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(in)Cultura e besteiras

Posts com a TAG ‘twitter+’

A baba eletrônica agora em versão 140 caracteres.

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Um grupos de estudandes universitárias belgas do Expertise Centre for Digital Media (Centro de Especialidades de Mídia Digital) criaram uma interface utilizando um desses tabuleiros de bebês interligado com um perfil no Twitter.

É realmente o que você está pensando. Os bebês agora podem expressar seus sentimos em toda sua glória na ferramenta de microblog. Faça substituições dos ícones do tabuleiro e permita a criança emitir um tweet por exemplo, de que está com saudade do pai ou da mãe. Ou que ela naquele momento está vidrada na vaquinha malhadinha sorrindo para ela.

Twoddler: Twittering Toddlers from Bart Swennen on Vimeo.

Escrito por: Rodrigo Lupatini

dezembro 13th, 2009 as 10:45 pm

Categoria(s): comportamento

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Oscar da twittosfera?

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Um evento de tendência e internet, que gere discussões construtivas sobre o tema, ou um encontro de panelinha que endeusa subcelebs cabeça de bagre? Sim, acreditamos no primeiro, sempre, e a esperança vai lá conferir ao vivo!

youpix

Hoje, acontece o youPIX Loading… Twitter:a vida em tempo real. O evento, promovido pela galera da Pix, promete ser o Oscar nacional da Twittosfera… Nas seguintes categorias:

Melhor nome de @ / #FollowFriday do ano / Melhor hashtag / Twittada do ano / Twitter do Ano / Melhor Twitter Fake / Twitteiro + chato do ano / Twitter Fail do Ano / Melhor Twitter NOT / Twitter Musa / Twitter Muso / Melhor Avatar / Melhor Twitter Fight.

Para alguns vale o debate, por conta dos já desejados Mauricio Stycer e Michel Lent, para outros o post de “celeb” da premiação e para mais alguns a balada. A festa promete, apesar dos organizadores atestarem que é só mais um youpixzito o burburinho dos bastidores é alto.

Obs: este não é um post pago por nenhum tipo de sponsor. Nem pró, nem contra nada. Trata se de um aforismo discursivo sobre um evento público.

Escrito por: nuvemnoceu

outubro 20th, 2009 as 9:00 am

YES, WE CRÉU!!! again… uhuu

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Ontem o créu, que o MC lançou, estava no primeiro lugar do TT.

Viva o Rio (para não chorar).Viva o MC!. Viva o Créu.

Olha o MC noTT - lindo lindo

Escrito por: Regina Câmara

outubro 3rd, 2009 as 8:07 am

Você se distrai com o que no mundo digital?

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Distração digital
(Clique para ampliar)

Via Information is Beautiful.

Escrito por: Rodrigo Lupatini

setembro 8th, 2009 as 10:38 pm

Vista-se de orgulho!

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Camisetas Twitter Sarney

Amanhã, as 14h em vários pontos deste país, manifestações inteligentes e coerentes serão feitas em uma tentativa de mostrar que existe uma massa da população que está de saco cheio de ver vagabundo de bigode, playboy de saco roxo, aposentado sem dedo e outros pulhas tocando o puteiro nesta zona* chamada Brasil.

Sei que está em cima da hora. Mas a camiseta abaixo não serve apenas para amanhã. Serve para aqueles que tem vergonha na cara e querem se fazer ouvir. Manifeste!

* Se não gostou, talvez seja porquê você não faz nada para mudar.

Faça o download do PDF para impressão da camiseta (modelo masculino e feminino).

Escrito por: Rodrigo Lupatini

agosto 14th, 2009 as 3:05 pm

Os dez níveis da comunicação.

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Os 10 níveis da comunicação.

É impressionante como ferramentas como Facebook e Twitter têm o poder de multiplar a comunicação de cada um. Impressionante é também o salto entre o aparecimentos das ferramentas. Veja mais sobre a comunicação hoje aqui e aqui.

Escrito por: Rodrigo Lupatini

agosto 14th, 2009 as 1:50 pm

O Twitter e seus equivalentes.

3 comentários

140

Descoberto túnel de 140 metros.
http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1048163-5605,00-POLICIA+DESCOBRE+TUNEL+AO+LADO+DE+PENITENCIARIA+DE+SEGURANCA+MAXIMA.html

Art. 140 do Código Penal
Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro:
http://www.dji.com.br/codigos/1940_dl_002848_cp/cp138a145.htm#_Hlk412808883

Exposição: 140 obras de arte em ovos de avestruz.
http://www.paginarural.com.br/noticias_detalhes.php?id=6178

Dia Internacional das Mulheres.
A data existe, devido ao fato de 140 mulheres terem morrido no dia, decorrente….

R$ 140,00 é por quanto se pode encontrar um motorola V600 GSM, desbloqueado perfeito.
http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-90110962-celular-motorla-v600-gsm-r-14000-desbloqueado-perfeito-_JM

140 dias foi o período em que o casal da igreja Renascer, a Bispa Sõnia e seu marido, foram condenados a cumprir em reclusão, pela justiça americana.
http://www.badaueonline.com.br/2007/8/18/Pagina23813.htm

35ª edição do Casamento Comunitário de Macapá, casou 140 casais.
http://www.direito2.com.br/tjap/2008/nov/28/35a-edicao-do-casamento-comunitario-une-140-casais-em-macapa

“Eu” é a primeira palavra que está grafada na página 140 do livro que estou lendo no momento. Startup da Jessica Livingston.

Este foi o post de número 140 aqui no Mondocubano. (http://mondocubano.com/2007/10/18/tudo-dentro-de-um-so/)

Escrito por: Rodrigo Lupatini

junho 5th, 2009 as 4:20 pm

Categoria(s): curiosidades

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Fazia x Faz.

1 comentário

Quando tive a idéia de traduzir, adaptar e postar aqui um artigo sobre a evolução da forma como interagimos com as pessoas e com as informações a nossa volta, me lembrei quase que instantâneamente de uma imagem que havia visto antes. Na mesma hora procurei, mas não encontrei no micro que estava utilizando, mas sabia que tinha ela salvo em algum lugar.

Eis aqui a imagem que reflete muito bem o artigo.

Faz x Fazia

Infelizmente não consigo mencionar quem foi que criou, mas deixo aqui espaço aberto para receber tal informação.

A informação e a interação social através dos tempo.

1 comentário

A informação durante o tempo.

Já parou para pensar em como você se relacionava com as pessoas há 8, 10 anos atrás? Como seus tios faziam amizades? Se cada amigo seu fosse uma figurinha em um álbum, baseado no país em que mora, sua coleção teria com muita sorte umas duas figurinhas.

O mesmo pode se dizer de nosso entretenimento.

Encontrei dia desses um artigo muito interessante que mostra como a humanidade se conectava, como interagia e como eram as suas relações interpessoais.

O artigo nós leva em uma viagem no tempo há 210 anos atrás e 10 anos no futuro. Trago aqui uma versão resumida, de livre tradução e observações particulares do artigo. O original pode ser lido aqui.

1800 – o mundo acontece lá fora.

Aqui toda e qualquer expressão como boca-a-boca, cara-a-cara, presencial, são todas literais e muito reais.

A única forma de se fazer visto, de saber das novidades, de vender ou comprar um produto era saindo de casa e encontrar com outra pessoa em um local.

1900 – Leia tudo, mas tudo que ELES escrevem.

Os jornais e revistas regem este período. As pessoas poderiam saber o que acontecia em locais aonde elas nem mesmo poderiam imaginar em ir um dia. Claro que com um certo atraso e uma certa demora, e principalmente da forma e maneira que os publishers queriam.

Mas sair de casa ainda era preciso, porém com uma única saída você poderia ficar por dentro de tudo, lendo um jornal ou revista. Considera-se esta uma das primeiras grandes evoluções nas relações entre as pessoas e a informação.

1960 – Live.

O jornais dominam toda propagação em massa de informação, porém em 1920 ainda, o mundo conhece o rádio. Era possível ouvir uma pessoa a distância. Melhor ainda. Era possível ouvir uma pessoa ao vivo. Era o início de boletins e cobertura de eventos em tempo real.

O rádio ao vivo junto com o jornal, torna-se em 1960 a grande fonte do saber. Era o mundo ao vivo. O rádio trazia o imediatismo para dentro das casas e estabelecimentos comerciais, e o jornal complementava de forma mais detalhada aquelas informações.

1990 – Ouço e vejo.

De 1960 a 1990, um grande salto acontece na vida das pessoas. A TV chegou!

Com uma velocidade incrível, a televisão rapidamente se torna a mídia mais consumida. Agora as pessoas não só ouviam, mas também viam a informação. Com toda certeza, deveria ter sido uma experiência incrível.

Entre as décadas de 70 e 90 começa a acontecer a crise dos jornais. Imaginem só. Os jornais literalmente apanham desde os anos 70 e hoje continuam chorando. Sinceramente não consigo acreditar que isso não passa de puro conformismo e completa e total falta de real interesse em representar seu papel na essência de sua existência.

Se os jornais realmente fizessem seu papel, se fossem tocados como veículos de informação, de inclusão e de poder de voz do povo e não do bolso de seus donos e muito menos como palanques, talvez não estivessem os jornais tentando culpar o Google News como um dos motivos de sua decadência nos dias de hoje.

1998 – O amanhecer da Internet.

Em meio a toda corrida pela audiência entre os jornais, rádios e emissoras de TV, começa a surgir de uma forma mais massiva a Internet.

Não que ela tenha sido criada em 1998, mas é neste período que a Internet deixa de ser algo apenas de geeks e laboratórios escuros e cheios de fios. A expressão, “toda empresa precisa ter um website” começa a ser cunhada.

A utilização não era tão maciça como nos tempos de hoje, mas as pessoas já percebiam que aquilo era o futuro.

Outra percepção clara, era de que com a Internet os papeis começavam a se inverter. A informação não trafegava mais em uma via de mão única. As pessoas podiam interagir com a informação. Concordar, discordar, replicar e principalmente gerar a informação.

2004 – Eu sei o que quero.

Os jornais e TV´s ainda dominam as fontes de informações, mas o novo mundo é on-line.

Alguns apontam que neste ponto, alguns problemas como sobre carga de informação começam a acontecer.

Quando os jornais imperavam, tinham que escolher o que queríamos ler. Com a Internet, tínhamos que escolher o que não queríamos ler. Pela primeira vez as pessoas perceberam que não estava sendo possível consumir o conteúdo que era gerado.

Justamente devido a grande possibilidade de escolha é que começa a se destacar aqueles que realmente sabiam fazer a coisa certa e não necessariamente aqueles que tinham mais poder.

Também em 2004, o mundo começa a entrar em contato com o que hoje, é um dos termos mais falado, lidos, tageados e discutidos. As redes sociais ou sites de relacionamentos.

Particularmente prefiro o termo redes sociais, afinal site de relacionamentos ainda remete a sites de namoros, que tiveram uma época de ouro na Internet.

Juntamente com a expansão do networking surge também os primeiros blogs e as primeiras possibilidades de comentar o conteúdo. Isso tudo sem necessariamente ter conhecimento técnico de linguagens de programação nem códigos cabeludos. As ferramentas permitiam que basicamente qualquer pessoa com o mínimo de familiaridade com um computador pudesse em pouco tempo ser fonte de informação.

A possibilidade de gerar informação não estava mais somente nas mãos de “profissionais”, agora você já gerar e multiplicar sua informação.

2007 – Eu também.

Pela primeira vez a TV não é mais a maior fonte de informação. Isso porquê as pessoas já não queria mais saber da notícia simplesmente ao vivo. As pessoas querem saber dos acontecimentos de sua rede ao vivo.

Precisamos saber o que as pessoas fazem. Queremos que nossos seguidores saibam o que estamos fazendo. E os seguidores de nossos seguidores também.

A vida ao vivo, nunca tomou esta proporção com se vê hoje.

2009 – A comunicação é social.

Cada vez mais as pessoas deixam de ver TV, principalmente para se informar. As redes sociais cada vez maiores são consideradas as principais fontes de informação.

 

Foi justamente daquele ferry boat que os primeiros tweets foram sendo publicados.

Foi justamente do ferry boat ao ldo do Airbus que os primeiros tweets foram sendo publicados.

Um clássico exemplo, é a história do pouso do Airbus no rio Hudson, em Nova York. Quase que instantaneamente após o avião pousar no meio do rio, já havia tweets publicados trazendo informações on loco do ocorrido. A mídia de massa demorou muito mais que os internautas para gerar algum conteúdo sobre o caso.

Isso sem contar os inúmeros casos de total falta de cobertura da mídia de massa em alguns acontecimentos. Falta de interesse não por se tratar de um acontecimento de pouco interesse para os ainda telespectadores burros da TV mastigada e vomitada, mas falta de interesse por ser tratar de acontecimentos que colocam as relações obscuras entre donos de veículo de mídia e o poder público ou grandes anunciantes.

Não teria exemplo melhor do que o último eventos criado, gerado, difundido e divulgado na web como o do ato Fora Gilmar. Este evento simplesmente não aconteceu na Globo, na Folha (que aliás também foi alvo de outro fantástico e bem sucedido movimento social) e outros grandes veículos.

Mas é graças a forma como nos interagimos hoje, o Fora Gilmar foi lido, ouvido, visto por milhões de pessoas pelo mundo. Pessoas essas que são muito mais ativas, pensantes e inteligentes do que os telespectadores burros de mídia de massa.

2009 ainda está em curso e é com muita satisfação que digo: não decore tudo isso, pois amanhã vai mudar.

2010 – O tradicional já era.

Eu defendo e não tenho o menor receio de torcer para que o jornal acabe. Pelo menos na forma como é feito hoje. Não sou contra o papel, não quero desemprego em massa. Eu quero sim que cada um possa gerar seu próprio jornal e para os amantes do papel eu quero que eles possam escolher o que querem, passem em uma impressora disponível a qualquer um nas calçadas e gere ali mesmo, na rua, sua própria edição do dia.

Não quero que um executivo me cobre para poder ler seu jornal velho e cheio de publicidade que somente ele ganhou por ela.

Eu já estou fazendo o favor de ler o que o tradicional jornal me mostra de forma atrasada. Sou obrigado a ser impactado por publicidade que não escolhi e que somente o dono do jornal ganhou algo. E ainda tenho que ficar filtrando o que não quero ler? Deveria ser pago para fazer isso e não pagar por isso!

Em que ponto você está?

Eu não estou em 2010, mas posso afirmar que hoje acesso uma quantidade muito menor de fontes de informação.

Hoje me informo cada vez mais com sites fora da mídia de massa. Blogs, coletivos, perfis no Twitter, podcasts, Youtube e Wikipédia formam a base de minha fonte de saber hoje.

Globo.com, Terra, UOL, Folha, SBT, só muito de vez em quando e com toda moderação. A não ser quando eu quero sacanear alguma pseudo-miojo-celebridade, ai não tem como. Para pegar e espalhar aquele vídeo da ex-bbb caindo, não uma mas duas vezes, como uma jaca podre e ainda colocar a culpa em um inocente e inerte tapete a metros de distância, só acessando a Globo.com.

Por que 160 caracteres?

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Blackberry Bold

Você já se perguntou porquê o tão usado torpedo, ou SMS, suporta 160 caracteres?

Simplesmente porquê é o suficiente. Pelo menos foi esta a conclusão que Friedhelm Hillebrand chegou em meados dos anos 80, quando era membro do comitê de serviços de dados da Global System for Mobile Communications.

Hillebrand sentou em frente de uma máquina de escrever e começou a digitar uma série de frases. Ao terminar, percebeu que 160 caracteres, contando espaços, acentos, números e letras, eram suficientes. Estava criado o padrão.

É o suficiente para você também? Pelo menos para quase 20 milhões de pessoas sim! Quer dizer, para essas 20 milhões de pessoas, até menos. 140 serve.

Escrito por: Rodrigo Lupatini

maio 15th, 2009 as 4:44 pm

Categoria(s): curiosidades

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