Sempre achei engraçado como propagandas e filmes mostram veículos, cansamos de ver a velha imagem de um homem velho dirigindo um carro esporte de ultima geração, acompanhado logicamente de sua neta namorada que sempre aparenta ter meio século a menos de “experiência”.

A imagem vendida de que você apenas terá esse carro quando seus cabelos ficarem brancos é algo razoavelmente fiel a realidade, mas ao invés de impulsionar o sonho consumidor de um jovem esse comercial acaba fazendo com que ele nem pense na possibilidade de comprar um veículo fantástico e andar com uma super modelo no banco do lado.

Enquanto isso do outro lado do mundo, a montadora Daihatsu aposta na QUANTIDADE!

Será que era por isso que os Hippies gostavam tanto das suas Kombis?

 

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MAC é computador, museu, sanduíche e uma famosa marcas de cosméticos. A M.A.C cosmetics! Que além da maquiagem de qualidade superior, é super famosa por suas campanhas “giving back”, ou seja, retorno. São pelo menos seis linhas diferentes de “ações sociais” em prol da comunidade.

Toda e qualquer embalagem da marca vem com o recadinho: “back 2 mac”. Esse é o slogan da campanha de reciclagem. Subentende se que você pode retornar todas suas embalagens do papel ao vidro para as lojas da marca. Parece sensacional, né? Uma estratégia de fidelização muito bem bolada onde você devolve lixo, ganha pontos e vira cliente eterno. ”Por que nós compartilhamos o seu envolvimento com o meio ambiente”…

Na verdade eles estão se lixando para as embalagens de papel, só aceitam as embalagens plásticas e de seis em seis. Ah! Você ganha um batom. Ridículo. Pode bradar que “Pelo menos eles fazem alguma coisa”, continua ridículo. Se não é pra devolver o papel nas lojas não escreva em todas as caixas “back 2 mac”.

Mais do que isso o atendimento das lojas deveria estar mais preparado para explicar as campanhas, ao invés de enxotar o cliente com seu “lixinho”. Lixo que significa que ele é consumidor da própria M.A.C. Enfim, decepção com a marca. A maquiagem é fantástica, mas a filosofia é vaga. Podem guardar as tesouras, eu sei que a marca tem outras iniciativas sociais. A ação em questão é UMA.

Não sou um eco chato exemplar, mas faço a minha parte na medida do possível. Adapto a minha rotina, me interesso pelo real alcance das coisas. Sem exageros, nem desmerecimentos. Quase toda empresa que se preze já tem um mote verde… E?! E nada. A maioria delas não faz muito além de propaganda. Enganosa. Mas vira e mexe nos pegamos curtindo alguma nova onda verde. Você sabe qual a real cor das suas ondas?

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Purq não, ora pois?

Veja só como uma idéia simples pode ser, ao mesmo tempo, motivadora, bonita, intensa e bem humorada.

Não é muito comum vermos publicidade da “terrinha” por estas plagas mas este exemplo é bem interessante e adequado para uma sexta feira, o dia da desaceleração.

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O maior evento da TV Americana é o Super Bowl, o equivalente à final do campeonato brasileiro de futebol. A importância é tamanha que as peças publicitárias são elaboradas especificamente para o jogo.

Os patrocinadores se acotovelam e há 23 anos a Pepsi começou a se fazer presente, gastando zilhões, tanto da veiculação, quanto na produção dos comerciais.

Pois em 2010 a empresa decidiu usar a grana de outro jeito, por sinal, de forma muito mais inteligente e produtiva, como você vê neste vídeo.

Não tem mais jeito. A TV vai seguir a mesma trajetória dos jornais impressos, perder audiência e, por consequência, verba publicitária.

Ao decidir apoiar-se nas mídias sociais para destinar os recursos financeiros, a Pepsi conseguiu a um só tempo, estabelecer uma relação de empatia com o público e colocar os interessados em promover seus projetos para trabalhar em favor da idéia. O mesmo conceito do marketing de rede.

Vai atingir o mundo, enquanto o Super Bowl se restringe aos EUA.

O slogan também é genial: “Você acredita que um refrigerante pode mudar o mundo? Nós acreditamos!”

Estou pensando em usar a idéia por estas bandas. Será que consigo patrocínio?

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Pequenos vícios:

A expansão da internet, principalmente depois do boom das redes sociais, transformou a rede numa teia de promoções! Todas as marcas, produtos e publicitários querem uma ação on line, principalmente antes dos outros. Sites, sites fantasmas que redirecionam você para onde deveria estar, orkut, facebook, twitter, todos tentando despertar a sua ganância de ser o primeiro, ou a curiosidade do Holmes em você! Não importa!

Um amigo passou semanas sem dormir por causa de uma promoção de comida via twitter, eu por outro lado consegui ganhar entradas de um festival internacional de jazz para presentear meu irmão que está do outro lado do planeta, como sempre dois lados de uma moeda… O que importa é mudamos do correio, telefone, rádio/telefone, da televisão/telefone, para a internet! Para a sincronia de todas essas mídias… E desde o começo não conseguem suprir o consumidor com o feedback esperado!

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Campanha desta terça: Por um feedback melhor! Porque as pessoas deveriam ser iguais perante a “lei” dos marketeiros de plantão! Pelo fim dos pequenos e grandes vícios da comunicação!

Nuvens cubanas (nota do autor):
Quando o caríssimo @Lupatini me convidou para vir a Cuba pensei que seria um oportunidade perfeita de darmos as mãos na internet e projetarmos nossos diferentes planos que extraordinariamente se trombaram nesse ponto X chamado Mondocubano! Foi de fato uma honra (primeiro porque acho ele muito bom, depois porque acho o blog muito bom) que talvez tenha parecido meio desperdiçada… Uma vez que fiz uns posts e desapareci. Queria pôr a boca no trombone pra dizer: – Desperdiçada é o C@$#%0! Meu nome é Zé Pequeno! – Gargalhadas.
A fumaça do charuto cubano volta  a subir, provavelmente às terças feiras…

Que eu não gosto do Lula, todos que me conhecem já sabem. Mas não sou daqueles que fazem perseguições políticas. Porém há uns dias eu comecei um raciocínio que muito me intriga.

Estaria Lula e sua rapaziada articulando uma manobra para implantar um comunismo disfarçado em terra tupiniquim? Me questiono sobre isso pois alguns fatos curiosos andaram acontecendo e foram na mídia publicados.

Primeiro foi a declaração do inanimado José Alencar, declaração esta sobre o terceiro mandato. E hoje ao ler o jornal Metro, me deparei com a matéria abaixo dizendo sobre a nova mudança na publicidade de bebidas alcoólicas. A matéria diz respeito sobre não se poder mais usar modelos sensuais em material publicitário e que todos osatores devem ter 25 anos ou mais.

Ora, quem pode beber no Brasil? Quem é maior de idade!
Quem pode ver pornografia ou material sensual com apelo sexual? Quem é maior de idade!
Pra que proibir então se já existe uma condição estabelecida legalmente?

Outro ponto é o projeto de lei para quotas de canais com produção nacional na TV por assinatura. Eu já pago TV por assinatura para não ver, não ter, não precisar, não pensar em querer ver a programação nacional.

Alias, esse ponto é um tanto mais curioso. Preste atenção na expressão acima usada: “lei para quotas de canais…”. “Quota”, pelo jeito é uma palavra que o jovem de barba deve gostar. Quota em faculdade, quota na TV, etc. E será que ele pensa em quota no nosso bolso? Uma parte do que é meu tem que ser seu e assim por diante. Opa! Pera lá!

Abaixo a matéria ao qual me referi no post.

Censura
(Clique na imagem para ampliar)

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Faz alguns dias que vejo banners e anúncios, em sites e revistas especializadas, falando do MTV Overdrive 2.0. Fiquei feliz como um gambá, afinal gosto do serviço e logo pensei: “- Agora vou poder incorporar os vídeos do Overdrive aqui no blog.

Triste engano. Acessei o site e de novidade não vi nada. Tudo ainda está como sempre foi. Aliás, a lentidão é exatamente a mesma ainda.

Ponto negativo para a MTV.

MTV Overdrive 2.0

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Lendo um post no Blog do Doda, me deparei com um vídeo que não tem como deixar de postar. Minha nossa senhora, aonde estava o senso de ridículo desse povo?

Ingenuidade é uma coisa, falta de senso crítico é outra.

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Que eu acredito muito mais na Internet do que nos meios de comunicação convencionais isso já tem um bom tempo. Um pouco mais de 10 anos, para se ter uma idéia. Quando a coisa toda, ainda era uma tela preta e uma lentidão enorme, eu já dava meus pulos nela. E sempre acreditando.

A tal coisa, que era chamada de BBS, ganhou cores e ficou um pouco, pouco mesmo, mais veloz, e começou a ser chamada de Internet. E minha crença e confiança só aumentavam.

Minha vida profissional se equipara a minha experiência com a grande rede, já que minha primeira assinatura na carteira de trabalho é de um provedor de serviços de Internet. Trabalhava como webmaster na época. Há tempo, na ocasião, não existia webdesigner, era apenas webmaster.

Assim fui caminhando, aprendendo, trabalhando, somando e sempre que pintava uma chance de usar a rede mundial de computadores para divulgação/veiculação de algo lá estava eu defendendo com unhas e dentes.

Hoje, o comportamento de algumas marcas parece começar a ter novos rumos. É cada vez mais frequente o uso da Internet como mídia.

Alguns especialistas do mercado, dentre eles grandes CEO´s, acreditam que o comercial on-line irá substituir o comercial de 30 segundos como principal expressão de uma marca.

Fico feliz e preocupado ao mesmo tempo com uma notícia dessas. Feliz por ver a mudança. Preocupado por saber que muita, mas muita gente simplesmente vai pegar seu comercial de 30 segundos feito para TV e vai querer reproduzir ele na web.

NÃO! A INTERNET NÃO É TV E NEM A TV INTERNET.

Cada veículo com sua linguagem.

Propaganda na Internet

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Um oferecimento

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