Em Bunny: how we first met, de Andre Spierings & Daniel Cook, nada muito diferente acontece… Você é um coelho, numa ilha vazia e tem que gerenciar o novo mundo. O clichê: “Alguém que vai reconstruir o mundo quando acabar”.

Um gráfico pra agradar todos que gostam das coisas bonitinhas, redondinhas, afáveis e cuti-cutis! (não é bunda, minha gente!) Tem coelhos, raposas, fantasmas, piratas, rei, princesa, lojas e muito mais. Planta, colhe, ganha, se não fizer direito seu mundo volta a estaca zero. Não sei se dá pra perder de fato, eu não consegui.

Adoro o fato de que algumas coisas mudam de lugar conforme as suas escolhas. De ser bonito e ter uma jogabilidade 10. O jogo não acaba, é possível manter a ilha funcionando… E você ganha pontos se visitar os fóruns, re-logar e afins.

O inédito é: Você ao longo do jogo compra coisas pra conquistar a princesa, sua meta final é comprar a igreja pro casório. Mas ao mesmo tempo você tem uma amante, PIRATA!, que você enche de mimos e o gran finale é ela dancar pra você uma dança”sexybomb”.

A reles pretensão era indicar como jogo educativo porque reconstruir o mundo é super bacana (ainda mais quando é fofo!) Contudo, fica a dica: para adultos! Diversão garantida.

Tagged with:
 

Um oferecimento

Ministério da Cultura. Sustentando agora este blog.