A nova novidade nova do momento é o ICorrect, que promete a chance de pôr tudo em águas claras. Hein? Sim, esclarecer “mentiras” & bafos é preciso. O fuxico é tanto que criaram um portal para retratação de possíveis injustiçados pelo boom multimidiático de fofocas. E como ele mesmo diz: só fornece palavras da boca dos próprios cavalos.

Óbvio que tudo começa na imprensa marrom, mas depois da internet no celular a verdade é que todo “causo” de celebridade (ou não) que se preze está disponível para o mundo. O site é uma tentativa de disponibilizar em páginas pessoais respostas permanentes, legais e “verdadeiras” sobre o tal fato pelo ponto de vista do injustiçado.

A Hebe falou mal do Sílvio, ele pode comprar uma página e dizer a verdade do ponto de vista dele. Saiu foto do Ronaldo com “mulherada” nos jornais, ele pode comprar a página dele e assim por diante. Basta pagar uma assinatura e fazer um cadastro capicioso para ter seu espaço de retratação garantido.

Mas não ache que é balela. O processo envolve nomes de outras pessoas (Assessor+Advogado) na tentativa de garantir lisura ao procedimento. Serve para pessoas & empresas. Já tem muita gente famosa e/ou importante por lá: Kate Moss, Elle McPherson, Michael Caine e óbvio, Naomi, né?

Impossível garantir que qualquer pessoa está falando uma verdade, mas a idéia foi mesmo inovadora e muito boa. Porque é legal? Porque se você for a público em maus lençóis qualquer hora, vai querer o sua chance de se explicar. =P Será que existe uma chance da imprensa vacilar menos?

Google carbon footprint

Você sabe qual a quantidade de carbono emitido na atmosfera para produzir e distribuir um jornal?

Muito se fala sobre empresas verdes, empresas neutras e compensação de carbono. Assim como tem se falado sobre o futuro dos jornais e a briga entre a Google e os jornais. Alguns conglomerados de mídia, culpam o Google como principal fator na queda de audiência e receita de seus jornais impressos. Mas, sinceramente, você não acha muito mais verde ler um jornal em formato digital do que impresso? Aquele papel sujo, desajeitado e que depois de lido, muitas vezes não serve para nada. Sem contar que muitas matérias contidas em uma edição simplesmente não tem o menor interesse para você, o que já não acontece caso você assine os feeds ou filtre por tags, apenas as matérias que te interessa em um site.

Mas não vou entrar nessa conversa de futuro da mídia impressa, pelo menos não agora. Vou falar é de um comparativo que encontrei entre algumas atividades versus pesquisas realizada no buscador mais utilizado no planeta.

Produzir e distribuir um único exemplar de jornal impresso, equivale a 850 consultas no Google.
Um copo de suco de laranja: 1.050.
Um ciclo de lavagem de uma lavadoura de louças: 5.100.
Dirigir por 8 km: 10.000.
Um cheeseburger: 15.000.

Fonte: TechCrunch.

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BOPE

Navegando pela Internet, agora pouco, me deparei com um blog falando sobre outro que traz em seu foco de assunto o filme Bope: Tropa de Elite. Ainda não assisti ao filme, acho difícil assistir, prefiro olhar pra lâmpada de casa do que encarar uma sessão de cinema pra ver o que os telejornais me mostram todos os dias.

Mas aquele mais afoito vai dizer: “- Ah, mas tem mais detalhes, mostra como são as torturas, as abordagens”.

Bom, mesmo assim continua não sendo novidade. Ao menos pra mim. Aliás, enquanto escrevo este post, na RECORD, na RECORD NEWS e no SBT a Tropa de Elite não sai das manchetes.

Para os famintos por BOPE, segue o blog gringo que trata do filme. Em tempo, o blog traz link para download do torrent.
O blog >>> http://bopeblog.blogspot.com/

Via >>> Boing Boing

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Do jeito que a imprensa anda, já, já veremos telejornais no Youtube editados pela blogosfera brasileira. Porque a gringa já começou.

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Um oferecimento

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