Quarta-feira, 03 de Setembro de 2008. Para muita gente, inclusive este que vos escreve, a Internet (re)começou hoje.

A Google deu, o que para muitos, pode ser chamado de a próxima fase de seus planos. Hoje, foi lançado o navegador Chrome. Web browser desenvolvido pela Google para entrar no mercado de navegadores.

Mas acredito que a coisa toda não é por simples disputa de mercado. Acredito fortemente que por trás desta iniciativa existe uma bem maior. Isso é quase óbvio, mas o que seria?

Muito se fala que após anos esperando alguma empresa desenvolver um navegador que “preste”, a Google se cansou e decidiu ela mesma fazer um.

É ai que mora a minha teoria. O que a Google deve ter de carta na manga em termos de aplicações web, ou a tal computação nas nuvens (cloud computing), não deve caber em um gibi. Então porque eles não liberam isso? Porque até hoje, não existia um browser capaz de rodar estas aplicações.

Plim! Agora tem. Deu pra sacar?

+ Site do Chrome. Vale a pena o download e vale mais ainda a pena adotar como navegador padrão.

Dia desses, estava eu lá na cadeira. Bem desconfortável por sinal, mas estava lá. Esperando pacientemente por um tal Sr. Fiquei ali pensando em uma monte de coisas, entre elas uma pequena e inusitada historinha.

Imagine uma grande empresa. Não, essa da sua cidade não. Imagine uma maior. Não, essa rede de supermercado nacional também não. Uma maior ainda.

Vou ajudar hein, imagine a Google, cacilda. Pensou? Pois bem.

Eis aqui minha imaginária entrevista de emprego.

- Sr. Francisco, pode entrar, o nosso Presidente Pedro Peres o aguarda para a entrevista.

- Olá.

- Olá. Sr. Francisco. Pode se sentar. Aceita uma água… um café?

Nisso, Francisco, já toma o primeiro susto, ao perceber que o Sr. Pedro Peres é na verdade uma mulher.

- Não. Agradeço.
Diz ele com a voz engasgada, ainda surpreso pelo susto inicial.

- Bem Sr. Francisco, estamos a procura de um profissional e o Sr. encaixa perfeitamente no perfil esperado.

- Ah, que bom. Fico feliz em saber.

Nesta hora rola aquelas perguntas e testes inexplicáveis. Lá pelas tantas, nos finalmente da conversa vem o xeque-mate.

- Muito bem Francisco. Para concluirmos nossa conversa vem um pequeno mas fundamental detalhe. O Sr. percebeu que sou uma mulher e que o mundo todo acredita que sou um homem. Ninguém lá fora imagina que sou uma mulher. Então, este será nosso segredinho. Assim que o Sr. aceitar nossa proposta, um microchip será implantado em seu cérebro. Este microchip, tem como função nos avisar caso o senhor tente contar este segredo para alguém. Ao menor sinal de intenção em revelar este segredo, o chip enviará um comando e nós iremos transformá-lo inexplicavelmente em um frango de granja.


Seria este um ex-funcionário?

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Novo trabalho na mesa. Ação para o Dia das Mães.
Lá vou eu começar a pesquisar referências como: textos, fotos, vídeos ou qualquer outro material relativo ao assunto.

Fiz uma busca por imagens utilizando a palavra “mãe”.
Me espantei que entre os resultados, até imagens de placa mãe apareceu.
Eu sei. Não precisa falar… placa-mãe.

Quem mandou procurar por mãe em tempos de placa-mãe?
Mas poxa. Por que então o sistema de busca não evoluiu ao ponto de me mostrar apenas mães?
Mulheres guerreiras, carne e osso ao invés de uma fria placa verde cheia de circuito e chips.

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Um oferecimento

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