Quem não acha sensacional um aparato que envolva crianças, arte e tecnologia? Livre de bagunça, criativo e divertido. É o que promete o Splatster.
Guardem as pedrinhas, gente. Quem acompanha esta ordinária escrivinhadora sabe pra criançanda não há preguiça: vestir fantasia, rabiscar parede, subir no telhado, ensinar a cozinhar. Suar a camisa é preciso. Contudo, adoro games. ADORO.
O brinquedo é um “video game” de um jogo só (tem váaarios no mercado). Um estúdio de arte com ferramentas de estilização, diferentes backgrounds, uma infinidade de pincéis. E ainda tem um módulo arcade para as crianças mais arteiras. Para os pais e tios mais romântico-apegado-corujas fica a dica: dá pra salvar e imprimir as artes.
Não achei nossasenhoraqueimperdivel, mas aposto que com o meu eleitorado ia fazer o maior sucesso (depois recolho depoimentos do Lorenzo e da Beatriz). Resumo da ópera: atividades que incentivem o desenvolvimento artístico/criativo da gurizada eu apoio, inclusive as eletrônicas!
Guess who is back? Back again? Não sou o Eminem, mas estou de volta outra vez. Como quem conta um conto sempre aumenta um ponto, não vou contar nada. Vamos ao que interessa, sempre: Jogos!
As pessoas quando falam em jogar já pensam em máquinas. Esqueceram dos tabuleiros e outros tipos de jogos disponíveis. Então, no #blogday quero resgatar um jogo esquecido: Quem você é?
Segue o tutorial (ao som de Jõao Penca e seus miquinhos adestrados):
Obs: Todos os cards que aparecem no vt foram usados pra jogar. E os erros de grafia não nos concernem.
Agradecimentos à @carolcecilio, @aha_bruh, @guhstavo.
Play with your friends!
O que era pra ser uma releitura inovadora do Super Trunfo, não passou de um #fail enorme! O Ultimate ID Championship, jogo da patrocinadora mor da Campus Party, foi um grande alarde e uma vergonha, suficiente para dar vergonha alheia. O jogo teve bugs enormes, o sistema ficou fora do ar quase o dia inteiro, o bolinho que arrumava o sistema dava as piores desculpas do planeta…
E por fim, o jogo ficou sem graça. Porque quem teve saco para perder todo e qualquer evento da #CParty para ficar na fila do telão deu um pulo tão grande que os demais participantes não tiveram nunca mais a chance de ficar no páreo. Uma pena, porque a idéia foi pra lá de boa… A execução nem tanto.
Mas falando de coisa boa… Na quarta-feira, começa o Desafio E3, um torneio virtual que propõe a solução de enigmas em menor tempo. A premição? Ir para Los Angeles para E3 deste ano! A E3 é o maior evento de jogos do mundo, uma experiência única (nota pessoal com plaquinha de eu já fui!). Siga e fique por dentro: @desafioe3caixa! Para os aficcionados por jogos, ou fãs e crias de Holmes, fica a dica!
Você se lembra do Super Trunfo? Aquele baralho de temas como carros, aviões, caminhões e todas as temáticas do mundo… Onde cada um escolhia uma categoria pra duelar e Kawabanga! Ganhava quem rapelasse toda a turminha.
Na Campus Party começa amanhã o Ultimate ID Championship! Um campeonato onde cada pessoa é uma carta! Com seus próprios stats e de um deck específico. Não entendeu nada?
O #uidc é um jogo de cartas como o Super Trunfo, com o diferencial de que você é a carta e pode jogar no mundo real ou no virtual!
Funciona assim: 1) Você escolhe um time 2)cria uma carta com seu nome e distribui seus pontos em habilidades específicas 3)Desafia as outras pessoas.
Por isso, nós do MondocubanO, estamos no jogo! No time SUPR:COOLS, liderado pelo Ghar, camarada do Cerveja com ogros. Junte se a nossa horda e let’s fiiiiiight!
E para quem infelizmente não veio à #CParty fica a dica: Super Trunfo on line
Diretamente da Agência do Senado para você gamer, pai, irmão, filho: Fabricar ou distribuir videogames ofensivos pode se tornar crime.
COMISSÕES / Educação 01/12/2009 – 15h59 Matéria retificada às 20h39
A Comissão de Educação (CE) aprovou projeto (170/06), de autoria do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), que torna crime fabricar, importar ou distribuir jogos de videogames ofensivos “aos costumes e às tradições dos povos, aos seus cultos, credos, religiões e símbolos”. O projeto altera a lei 7716/89, equiparando a divulgação de conteúdo discriminatório por meio dos videogames ao crime de preconceito previsto no artigo 20 da lei, com pena de um a três anos de reclusão.
“Alguns jogos têm passado de brincadeiras de mau gosto, sendo arsenal de propaganda e doutrinação contra determinadas culturas, não sendo possível confundir liberdade de expressão dos jogos com culto à anarquia, desrespeito à imagem e honra das pessoas e aos cultos com suas liturgias”, alerta o parecer do relator Valter Pereira (PMDB-MS). O projeto segue para votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), em decisão terminativa.

Teriamos alguma chance de argumentar? Opinar? Votar? Voz do povo e tal? Não precisa de esforço algum para discutir a idiotice desse projeto. Questiono você, caro leitor, se as piadas não dessem ênfase as peculiaridades de cada um de nós, qual seria a graça delas? Não sou a favor do desrespeito…
Não me levem a mal, posso estar confundindo “liberdade de expressão com anarquia”, mas o Senado também pode estar chamando de lei e justiça uma opressão ditatorial “velada” sobre nós e o que consumimos, não? Educar é sempre melhor do que coibir! (Mais justo e mais eficaz.)













