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Coelhos safadinhos…
Em Bunny: how we first met, de Andre Spierings & Daniel Cook, nada muito diferente acontece… Você é um coelho, numa ilha vazia e tem que gerenciar o novo mundo. O clichê: “Alguém que vai reconstruir o mundo quando acabar”.
Um gráfico pra agradar todos que gostam das coisas bonitinhas, redondinhas, afáveis e cuti-cutis! (não é bunda, minha gente!) Tem coelhos, raposas, fantasmas, piratas, rei, princesa, lojas e muito mais. Planta, colhe, ganha, se não fizer direito seu mundo volta a estaca zero. Não sei se dá pra perder de fato, eu não consegui.
Adoro o fato de que algumas coisas mudam de lugar conforme as suas escolhas. De ser bonito e ter uma jogabilidade 10. O jogo não acaba, é possível manter a ilha funcionando… E você ganha pontos se visitar os fóruns, re-logar e afins.
O inédito é: Você ao longo do jogo compra coisas pra conquistar a princesa, sua meta final é comprar a igreja pro casório. Mas ao mesmo tempo você tem uma amante, PIRATA!, que você enche de mimos e o gran finale é ela dancar pra você uma dança”sexybomb”.
A reles pretensão era indicar como jogo educativo porque reconstruir o mundo é super bacana (ainda mais quando é fofo!) Contudo, fica a dica: para adultos! Diversão garantida.
game and life values?!
The boss emails me:
Olha que loucura!
lose/lose
Um game que cada alvo morto é um arquivo deletado!
HAHAHAHA
me: Astonished! O.O
Do que se trata?!
lose/lose, de Zach Gage, é “um jogo sobre escolha e consequência”! Cada alien do jogo é baseado em um arquivo randômico do computador do jogador. E a cada alien que o jogador extermina o arquivo base é deletado! Se a nave que representa o player for destruída o jogo é automaticamente deletado!
E por que diabos alguém pensaria nisso? Segue a expliação do autor:
“By way of exploring what it means to kill in a video-game, Lose/Lose broaches bigger questions. As technology grows, our understanding of it diminishes, yet, at the same time, it becomes increasingly important in our lives. At what point does our virtual data become as important to us as physical possessions? If we have reached that point already, what real objects do we value less than our data? What implications does trusting something so important to something we understand so poorly have?”
Dica: Para quem tiver tempo confira os outros trabalhos do artista!
(via @lupatini – AMEI!)
Acompanhe se!
Troca de ano significa reflexão: o que você foi, é e será… Passado mais um ano em que discutimos com ‘afinco’ o que fazemos do mundo e para o mesmo, seria preciso reiterar que pensamos nisso por nós? Egoístas? Claro, porque se o mundo acabar, bem acaba, né?
Infelizmente, as coisas não vão muito pra frente quanto a salvar o mundo porque o egoísmo é desmedido e ainda precisamos aprender a viver em sociedade já que não somos ilhas. The company of Myself de Eli Piilonen é um jogo sobre um cara-ilha! Que diz viver sozinho por não saber viver em sociedade. (mas nota se que gostaria…)
Vale ler o texto da intro e jogar até o fim! Diversão e reflexão. Sejamos menos ilhas =D
Cartucho de game.
Muita gente fala do saudosismo do vinil. Que aquilo era legal, que tinha toda uma experiência de uso. Bom, não vou entrar nesse assunto do vinil, do CD ou do MP3. Eu tenho é saudades são dos cartuchos de games. Esses sim deixaram saudades em meu mundo.

Lembro-me dos vários escambos que acontecia no intervalo e durante as aulas no colégio. Alguns desses, históricos para mim. Históricos no sentido de que entreguei muita coisa por alguns cartuchos. Era evidente que a minha, ou melhor, as minhas mercadorias eram muito superiores em valor, mas alguns cartuchos eu realmente pagaria, assim como paguei, qualquer preço para tê-los.
The Immortal, Adventure Island, Mickey Mouse – Castle of Illusion, Super Mario, Battletoads, Ninja Gaiden e mais uma infinidade de jogos que me fizeram enlouquecer na ânsia de ter os tão desejados cartuchos.
Isso sem contar nas tramóias que eram feitas nas locadoras. Colocar um circuito queimado dentro da caixa de um cartucho alugado, devolvendo assim para a locadora um jogo inválido e ficando com o bom em casa. Lembro que até existia um boato que a placa de circuito dos cartuchos do Sonic tinham uma identificação e que os donos de locadoras sabiam identificar tal marcação. Isso fez com que, por muitos meses nenhum moleque tivesse coragem de trocar as placas. Até o boato cair e logo a locadora receber mais uma carcaça com um circuito queimado.
E os adaptadores? E os cartuchos japoneses versus americano? Nossa, aquilo era uma loucura! Um experiência muito bacana de se viver. Por isso afirmo, o MP3 não me incomoda, até prefiro música em formato digital, mas game que é game, tem que ser em cartucho.
Para olhos, ouvidos e pensamentos.
Para libertar o desbravador que há em você. Um quebra cabeça musical que explora o ambiente com mais de uma possibilidade de solução (e de quebra ainda pode resultar em lindos sreenshots!). Eis o Auditorium.

O jogo-arte é uma experiência agradável, sensível, intrigante e instigante. Vencedor do Interactive Media Awards 2008, na categoria Best in class, entre outros. Notícia velha? Pode ser, mas diga se não vale a pena…
(via eterna @malulenzi / dedicado a @maukarani e @zwarg os melhores comparsas de puzzles ever)
Vovó game maníaca.
Puxa vida. Não tive uma vó nerd assim.

Belo tapete. Quer um né?
Para passar o tempo.
Vai dizer que não gostaria de ter um?
Síndrome da primeira pessoa.
Já pensou viver como nos famosos games em primeira pessoa?
Brasil plus!

Dos brasileiros que vão para frente, sem jogar futebol, pouco se fala… O Brasil unido a mais sete países, um total de 14 empresas, traz ao mundo o Zeebo! Esta segunda feira começou a circular um console de video game BRASILEIRO! E, pasmem, inovador. Desenvolvido pela Tec Toy para ser produzido na zona franca de Manaus e vendido por +- 500,00, o novo console concorre a todos os prêmios do mundo dos games 2008/2009! “O que é que a baiana tem?”
O Zeebo não usa mídias externas, ou seja, adeus aos cartuchos e cds! Os jogos são divididos em três categorias 8, 25 e 50 Mb e variam de 9 a 30 reais. São baixados direto pro console por rede wireless. Para comprar os jogos basta adquirir créditos como em qualquer Mmorpg online. O mais legal é que toda e qualquer atualização dos softwares é feita automaticamente quando o vídeo game se conecta e sem custos adicionais! Check it out Zeebo vídeo.
Que tal um joguinho desse?
Vejam que jogo show de bola:
levelHead v1.0, 3 cube speed-run (spoiler!) from Julian Oliver on Vimeo.
Para quem gosta de jogos de raciocínio este parece ser um jogo muito legal de se jogar. Com sensores de movimento, você deve conduzir o boneco para fora dos cubos.
Batizado de Levelhead, o jogo está sendo desenvolvido ainda, mas já deixa, para os fanáticos por games de lógica, aquela vontade de jogar.
Veja mais no File (Eletronic Language International Festival).








