Estocolmo pode até ser fria, mas ganhou uma das estações de metrô que deixaria o dia de muita gente mais quente e aconchegante. Que tal começar a jornada de trabalho sendo invadido por sensações de nostalgia de infância?

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Esta é a nova decoração de uma estação de metrô da fria Estocolmo.

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Já imaginou se seus clássicos fossem tomados pela febre visual do sci-fi?

Sean Hartte, propõe justamente isso. Em seu site, ele vende, o que o próprio chama de “versão alternativa” de pôsteres.

Confira todas as versões criados por Sean, aqui.

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Junte uma caixa de papel, alguns motores, um pouco, mas apenas um pouco de tecnologia, pelo menos aparente, um botão e uma mente criativa e… BINGO! Temos um jogo analógico.

E não se trata de qualquer jogo, temos o Super Mario.

Simplesmente genial.

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Aparentemente, não o velho Tíbia… Perguntei a um aluno o que ele jogava e sem titubear ele disse: -TIbia. Bom né?! O susto resultou num post:

“Tudo começa quando três estudantes alemães se reúnem para criar o Tibia a partir de um texto. Os três queriam criar um RPG online com interface gráfica melhor do que os disponíveis.

No outono de 1996 é que o jogo foi ganhando funcionalidades. A cada versão o jogo se modernizava. Em 1999 um jogador se juntaria aos três como o quarto oficial executivo do jogo.

Eu criei uma conta à 10 dias e vi que realmente foi a revolução dos MMO’s, porque ele foi o passo inicial para os jogos que temos hoje com todos os gráficos cada vez mais perfeitos, e além de tudo é fácil de mexer.”

FAQ nacional

Um jogo com mais de dez anos que consegue encantar um adolescente atual é no mínimo fascinante. =D Velho sim, obsoleto não.

Co-posting: @hermesonss do Tribo Game
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Em Bunny: how we first met, de Andre Spierings & Daniel Cook, nada muito diferente acontece… Você é um coelho, numa ilha vazia e tem que gerenciar o novo mundo. O clichê: “Alguém que vai reconstruir o mundo quando acabar”.

Um gráfico pra agradar todos que gostam das coisas bonitinhas, redondinhas, afáveis e cuti-cutis! (não é bunda, minha gente!) Tem coelhos, raposas, fantasmas, piratas, rei, princesa, lojas e muito mais. Planta, colhe, ganha, se não fizer direito seu mundo volta a estaca zero. Não sei se dá pra perder de fato, eu não consegui.

Adoro o fato de que algumas coisas mudam de lugar conforme as suas escolhas. De ser bonito e ter uma jogabilidade 10. O jogo não acaba, é possível manter a ilha funcionando… E você ganha pontos se visitar os fóruns, re-logar e afins.

O inédito é: Você ao longo do jogo compra coisas pra conquistar a princesa, sua meta final é comprar a igreja pro casório. Mas ao mesmo tempo você tem uma amante, PIRATA!, que você enche de mimos e o gran finale é ela dancar pra você uma dança”sexybomb”.

A reles pretensão era indicar como jogo educativo porque reconstruir o mundo é super bacana (ainda mais quando é fofo!) Contudo, fica a dica: para adultos! Diversão garantida.

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The boss emails me:
Olha que loucura!
lose/lose
Um game que cada alvo morto é um arquivo deletado!
HAHAHAHA

me: Astonished! O.O

Do que se trata?!

lose/lose, de Zach Gage, é “um jogo sobre escolha e consequência”! Cada alien do jogo é baseado em um arquivo randômico do computador do jogador. E a cada alien que o jogador extermina o arquivo base é deletado! Se a nave que representa o player for destruída o jogo é automaticamente deletado!

E por que diabos alguém pensaria nisso? Segue a expliação do autor:

“By way of exploring what it means to kill in a video-game, Lose/Lose broaches bigger questions. As technology grows, our understanding of it diminishes, yet, at the same time, it becomes increasingly important in our lives. At what point does our virtual data become as important to us as physical possessions? If we have reached that point already, what real objects do we value less than our data? What implications does trusting something so important to something we understand so poorly have?”

Dica: Para quem tiver tempo confira os outros trabalhos do artista!

(via @lupatini – AMEI!)

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Troca de ano significa reflexão: o que você foi, é e será… Passado mais um ano em que discutimos com ‘afinco’ o que fazemos do mundo e para o mesmo, seria preciso reiterar que pensamos nisso por nós? Egoístas? Claro, porque se o mundo acabar, bem acaba, né?

Infelizmente, as coisas não vão muito pra frente quanto a salvar o mundo porque o egoísmo é desmedido e ainda precisamos aprender a viver em sociedade já que não somos ilhas. The company of Myself de Eli Piilonen é um jogo sobre um cara-ilha! Que diz viver sozinho por não saber viver em sociedade. (mas nota se que gostaria…)

Vale ler o texto da intro e jogar até o fim! Diversão e reflexão. Sejamos menos ilhas =D

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Muita gente fala do saudosismo do vinil. Que aquilo era legal, que tinha toda uma experiência de uso. Bom, não vou entrar nesse assunto do vinil, do CD ou do MP3. Eu tenho é saudades são dos cartuchos de games. Esses sim deixaram saudades em meu mundo.

Cartuchos de jogos

Lembro-me dos vários escambos que acontecia no intervalo e durante as aulas no colégio. Alguns desses, históricos para mim. Históricos no sentido de que entreguei muita coisa por alguns cartuchos. Era evidente que a minha, ou melhor, as minhas mercadorias eram muito superiores em valor, mas alguns cartuchos eu realmente pagaria, assim como paguei, qualquer preço para tê-los.

The Immortal, Adventure Island, Mickey Mouse – Castle of Illusion, Super Mario, Battletoads, Ninja Gaiden e mais uma infinidade de jogos que me fizeram enlouquecer na ânsia de ter os tão desejados cartuchos.

Isso sem contar nas tramóias que eram feitas nas locadoras. Colocar um circuito queimado dentro da caixa de um cartucho alugado, devolvendo assim para a locadora um jogo inválido e ficando com o bom em casa. Lembro que até existia um boato que a placa de circuito dos cartuchos do Sonic tinham uma identificação e que os donos de locadoras sabiam identificar tal marcação. Isso fez com que, por muitos meses nenhum moleque tivesse coragem de trocar as placas. Até o boato cair e logo a locadora receber mais uma carcaça com um circuito queimado.

E os adaptadores? E os cartuchos japoneses versus americano? Nossa, aquilo era uma loucura! Um experiência muito bacana de se viver. Por isso afirmo, o MP3 não me incomoda, até prefiro música em formato digital, mas game que é game, tem que ser em cartucho.

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Para libertar o desbravador que há em você. Um quebra cabeça musical que explora o ambiente com mais de uma possibilidade de solução (e de quebra ainda pode resultar em lindos sreenshots!). Eis o Auditorium.

auditorium

O jogo-arte é uma experiência agradável, sensível, intrigante e instigante. Vencedor do Interactive Media Awards 2008, na categoria Best in class, entre outros. Notícia velha? Pode ser, mas diga se não vale a pena…

(via eterna @malulenzi / dedicado a @maukarani e @zwarg os melhores comparsas de puzzles ever)
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Puxa vida. Não tive uma vó nerd assim.

Mario chochet
Belo tapete. Quer um né?

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Um oferecimento

Ministério da Cultura. Sustentando agora este blog.