
Certa vez quatro meninos foram ao campo e, por 100 reais, compraram o burro de um velho camponês.
O homem combinou entregar-lhes o animal no dia seguinte. Mas quando eles voltaram para levar o burro, o camponês lhes disse:
- Sinto muito, amigos, mas tenho uma má notícia. O burro morreu.
- Então devolva-nos o dinheiro!
- Não posso, já gastei todo.
- Então, de qualquer forma, queremos o burro.
- E para que o querem? O que vão fazer com ele?
- Nós vamos rifá-lo.
- Estão loucos? Como vão rifar um burro morto?
- Obviamente, não vamos dizer a ninguém que ele está morto.
Um mês depois, o camponês se encontrou novamente com os quatro garotos e lhes perguntou:
- E então, o que aconteceu com o burro?
- Como lhe dissemos, o rifamos. Vendemos 500 números a 2 reais cada um e arrecadamos 1.000 reais.
- E ninguém se queixou?
- Só o ganhador. Porém lhe devolvemos os 2 reais e ficou tudo resolvido.
Os quatro meninos cresceram e fundaram um banco chamado Opportunity, um outro Banco chamado Marka, uma igreja chamada Universal e o último tornou-se Ministro do Supremo Tribunal Federal.
O quinto irmão, o mais velho, que vivia no Maranhão e não estava na rifa, soube da história e, também, resolveu ganhar dinheiro. Dedicou-se a política, chegou a presidencia da república e hoje é o presidente do Senado e, até hoje, enrola a população tratando-os como ganhadores do burro morto.
Caso todos reclamem, pode até entregar o cargo, mas nunca devolverá o todo que lesou do povo.
(qualquer semelhança com a realidade NÃO é mera coincidência)
Vem aí??????
Que pena! Não é o que você está pensando.
A cúpula côncava é a Câmara dos Deputados. A convexa é a do Senado. Aqueles fazem as cacas e estes abafam. (foto publicada no blog do Noblat)


Amanhã, as 14h em vários pontos deste país, manifestações inteligentes e coerentes serão feitas em uma tentativa de mostrar que existe uma massa da população que está de saco cheio de ver vagabundo de bigode, playboy de saco roxo, aposentado sem dedo e outros pulhas tocando o puteiro nesta zona* chamada Brasil.
Sei que está em cima da hora. Mas a camiseta abaixo não serve apenas para amanhã. Serve para aqueles que tem vergonha na cara e querem se fazer ouvir. Manifeste!
* Se não gostou, talvez seja porquê você não faz nada para mudar.
Faça o download do PDF para impressão da camiseta (modelo masculino e feminino).
Ri melhor quem ri de si mesmo!
Como prevenção da gripe suína e para suportar a fedentina do Congresso Nacional! (NK colaboration)

Quem permitiu que ele mamasse tanto? NÓS
Não adianta chorar o voto derramado! #ForaSarney, #Fora SemDedo!
O ato de bater as palmas das mãos em sinal de aprovação tem origem desconhecida, mas existe há pelo menos 3 000 anos. Nessa época, o gesto era essencialmente religioso, popularizado em rituais pagãos de diversos povos como um barulho destinado a chamar a atenção dos deuses. No teatro clássico grego, tornou-se, então, a forma pela qual os artistas pediam à platéia que invocasse os espíritos protetores das artes.
O costume chegou ao Império Romano, onde passou a ser comum nos discursos políticos. Preocupado com a repercussão de suas aparições públicas, o imperador Nero carregava uma claque com mais de 5 000 soldados e cavaleiros. Dali, o costume espalhou-se para o resto do mundo.
Nos séculos XVIII e XIX, quase todos os teatros de Paris contratavam pessoas que tinham uma única função na platéia: aplaudir. Hoje, temos Lulas, Renans e Collors fazendo o papel de claques do Sirney. Mas, estamos apresentando um aplauso para o Pequeno Senador de acordo com suas obras. Já que ele obrou muito, ouçam e escolham o apaluso que mais combina com seus feitos.
Uma pena que não dê para vocês sentirem o cheiro!!!!!!!!!
Você vai assistir a um espetáculo de criatividade, ilusionismo com a doce sensação de estar sendo enganado, mas, adorando sê-lo. Um louco, delicioso e consentido entorpecimento da razão. Isto só é conseguido pela arte treinada para iludir. Fantasias de papel, rapidez na troca do personagem. Sem texto mas com imagem e sonoplastia. Para ganhar do Ennio só os Sarneys, Lulas, Collors, ou melhor, o Congresso Nacional.
Assista e diga se não tenho razão!








