Fim de féria. Tudo de volta ao normal.
Trampo e rotina são a parte chata, amigos e ócio em casa são a parte boa.

Passei praticamente metade de minhas férias, quinze dias, em São Paulo.
Fui para sair daqui, fugir um pouco.

Poderia até dizer que chegou a ser uma triste escolha, pois hoje quero voltar para Sampa e não posso.
Droga… porque fui deixar minha cabeça conhecer aquilo tudo.

Sanduba de mortadela, poeta.
Fran´s Café, me sinto freguês.
Fnac, think different.
Itaú Cultural, mutante.
Reserva, convidativo.
Paulista, lugar.

Vou sentir saudades. Alias, já estou sentindo.
Saudades de tudo que vi e de tudo que sei que ainda não vi, mas que ali habita.
Acho até que de alguns cheiros vou me lembrar. Cheiros ruins, como o de um taxista que tivemos a infelicidade, ou não, de pegar para nos levar para um shopping.

Até da merda que é ter que caminhar de olho na merda de cachorros deixadas no chão como minas pela total falta de noção da merda de seus donos.

Não importa, oito ou oitenta, para aquele lugar ainda volto.

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