Top 10, instantâneo: TOP 10, 2011B*.
No trending topics de sua vida musical, o que tem tocado sem parar em seus falantes? Bora montar uma lista com as dez canções que estamos ouvindo hoje?
A coisa é simples. Nada de levantar anos de juventude e rebeldia ou amores não correspondidos. É coisa de momento, de hoje!
Qual a tua lista? Deixe nos comentários, o nome do seu Top 10, nome da música, banda ou artista e vamos compartilhar listas.
Aos que quiserem, mergulhar de toca e tudo, no espírito da coisa, os mais empolgados, podem organizar as faixas, criar capa para o Top 10, subirem para algum serviço de disco virtual e enviar um e-mail para: top10@mondocubano.com. Os arquivos serão organizados, e disponibilizados para download, logo abaixo da lista deixada nos comentários, por vocês.
* Participe dessa experiência, além de divertido, você vai perceber como sua lista vai mudando conforme o tempo. Afinal a idéia vai ser criarmos essas listas de tempo em tempo, aqui no Mondocubano. Pensamos em lançar um TOP 10 a cada seis meses. Como estamos no segundo semestre do ano, a referência para este será, TOP 10, 2011B.
Depois do jump, tem mais explicações sobre como participar.
O multitarefa do mundo da música, Jack White, sempre surpreende fãs, consumidores e a indústria da música.
Além de tocar projetos nas bandas: The White Stripes, The Raconteurs, The Dead Wheather, Jack ainda é o homem de frente nos negócios de sua gravadora, a Third Man Records.
Para lançar o novo single da The Dead Wheather, o selo da Jack, produziu um LP de 12 polegadas que contém outro LP, mas de 7 polegadas, dentro.
O LP de 12 polegas traz o novo single Blue Blood Blues, e o vinil de 7 polegadas encontrado dentro tem como recheio uma faixa secreta.
Para ter acesso ao pequeno disco interno, é preciso abrir, cortando com um canivete, a bolacha de 12 polegas. A coisa é tão legal, que conforme for a falta de habilidade da pessoa, ela vai estragar o compacto maior.
Portando, é melhor caprichar.

Dez anos e quatro álbuns depois, o pessoal do Cachorro Grande lança seu quinto disco. Cinema, trás 12 faixas muito bem produzidas e sem referência aos álbuns anteriores. O disco está no meio de tudo. Desde ao escrachado, gritado e tosco “As Próximas Horas Serão Muito Boas” e o trabalho homônimo “Cachorro Grande” até o mais bem elaborado e bem finalizado Todos os Tempos, o novo disco vem com um pouco de todo esse repertório que ele sabem muito bem fazer. O resumo da obra trouxe um peso maior aos instrumentos, que por sinal estão bem rockão e os vocais estão mais controlados.
“Dance Agora”, “A Hora do Brasil” e “Luz” são as melhores faixas, levando 5 estrelas. Com exceção de “Pessoas Vazias”, a única faixa com nota 3, as outras faixas ficaram com nota 4. O disco leva nota 4. (avaliação de 1 a 5).
Fiquem com “Dance Agora”, segunda faixa do disco.
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(Clique na capa do álbum para fazer o download)
Escrevo este post enquanto do fone de ouvido um rock forte, alucinado e quase sujo invade minha cabeça. Sim, estou escrevendo sobre a banda e ouvindo a banda. Banda que se chama Juliette And The Licks.
Ontem mesmo, conversando com um amigo tive uma conversa sobre eles, mais ou menos assim:
- Rafa, já ouviu Juliette And The Licks?
- Ainda não.
- Sai ouvindo ai: http://julietteandthelicks.com/.
- Pô, o que ouvi gostei…. vou pegar.
- Eu não gosto disso.
- Disso o que? Não gostou da banda?
- Não, da banda eu gostei. Não gosto é da forma como descobri. Graças ao VMB. Mas de boa…
Sinceramente não gosto de descobrir bandas dessa forma. Gosto é de vasculhar, procurar, sair clicando, ir navegando em sites como o Last.fm e de hyperlink em hyperlink. Mas o que importa é que fui apresentado a banda.
Vale cada segundo de execução. Powersong das mais fodas.

Juliette Lewis a frente de sua banda.

Outro momento everybody crazy da mocinha.

O que eu estava fazendo ou aonde eu estava indo que ainda não tinha trompado com uma banda chamada The BellRays?
Definitivamente esta é uma daquelas bandas que quando se ouve pela primeira vez não desgruda mais. É pra derreter os fones e fundir com as orelhas.
É rock! É soul! É Black! Sei lá, É bom pra caralho!

(Clique na capa do álbum para fazer o download)

Há algum tempo, pra ser preciso quando estive em São Paulo, ouvi pela primeira vez o nome de uma banda que só pela graça já teria tudo tudo para me conquistar. Na época não fui atrás, mas hoje resolvi revirar o site e não teve como não gostar.
Móveis Coloniais de Acaju é o nome da tal banda. Já para o site da banda baixar as músicas, sim eles permitem o download, e chega de pó na sua mobília velha.
Em tempo, quando visitar o site, não deixe de ler o release do disco feito pelo André Abujamra.
Depois de um pequeno hiato aqui estamos de volta e com um pseudo release de um grande disco.
Big é realmente um grande disco. Grande no conteúdo musical que traz e grande também na ação de marketing. Pelo menos é assim que vi o aparecer deste álbum.
Até algumas semanas atrás, nunca tinha escutado falar da moça de voz rouca mais conhecida como Macy Gray. Como um fã da “Maçã”, sempre que posso acompanho os lançamentos da mesma. Foi justamente em alguma dessas vezes que estava passando pelo site da Apple, que comecei a reparar em uma bela capa de disco. Uma boa fotografia e um simples texto em contraste puro, preto e branco. Isso tudo foi suficiente para aguçar a vontade de saber que som teria dentro daquela capa que sempre estava aparecendo junto com aspropagandas do iPhone.
Sorte que tive a curiosidade, pois mais um grande disco entrou para minha biblioteca.

(Clique na capa do álbum para fazer o download)
Hoje, quais são os três discos que não param de tocar no seu ouvido?
1. SHA SHA – BEN KWELLER.
2. IF YOU’RE FEELING SINISTER – BELLE & SEBASTIAN.
3. END OF THE CENTURY – RAMONES.
Sem pensar muito, monte sua lista e envie nos comentários.
Tomates, bananas e afins são bem-vindos. Fique a vontade para dispara-los!

(Clique na capa do albúm para ampliar)
Sim, The White Stripes estão com disco pronto e só esperando o lançamento, previsto para o próximo mês.
E ao que tudo indica, a dupla vem com gás total.
Riffs, gaita de foles e mais algumas experiências dentro do estúdio, são os ingredientes do próximo disco. Chamado, Icky Thump.
Para se ter uma idéia, Jack tocou o único sintetizador analógico do mundo. Aparelho este que só consegue emitir um nota por vez.
E não é só isso, a bateria de Meg está animal. Segundo o próprio Jack.
Ponto para a dupla e seus fãs. Sai perdendo quem apostou no fim do The White Stripes.
The Raconteurs é bom, mas nada supera Jack e Meg White.
Fiquem com o clipe do primeiro single do novo albúm, Icky Thump, faixa que leva o nome do disco.
Obs. O clipe foi retirado do youtube.
Fazendo minhas leituras pelos sites de música me deparei com uma matéria falando do primeiro blacklash do Cansei de Ser Sexy.
Por partes.
Blacklas é uma expressão do mundo pop, utilizada para falar sobre uma onda negativa que aparece depois de uma enxurrada de elogios, louvores e outras adulações da imprensa.
Cansei de Ser Sexy, ou CSS, como é chamado lá fora, é um grupo que tem energia, humor – as vezes escatológico – e um som bem alternativo. Alternativo mesmo. Caso não conheça e ficou curioso, faça o download do disco no link abaixo.
Todos devidamente apresentados vamos ao assunto!
O ano de 2006 foi o ano em que, para quem acompanha notícias do mundo da música e não tem preconceito com o novo, literalmente cansou de ler sobre o CSS.
Era você correr os olhos pelas páginas de alguma publicação de música, lá estava uma matéria, uma foto da Lovefoxxx ou qualquer outra coisa. Mas lá estava o Cansei de Ser Sexy.
Tamanha avalanche só poderia fazer com que eu pelo menos fosse atrás da tal banda.
Pronto!!!
Disco em mãos, apertei o play.
Silêncio, não sabia ou não conseguia expressar algo de imediato.
Fui insistindo até que:
OK! Esse não vou deletar, vou manter na minha biblioteca do iTunes.
Gosto do som, não como outras coisas que gosto, mas gosto.
Mas confesso que cansei!

(Clique na capa do albúm para fazer o download)







