Não poderia re começar a postar sem dizer: NÓS ESTAMOS DE VOLTA! Ipip Ipi Urra!
Depois de lágrimas, e medos, e brainstorms. Algum sangue, claro… Nós dormimos um pouco. E agora: mais uma vez abrimos nossa janela para todos esses olhos brilhantes. O lado positivo é que engordamos o time, depois de uma dancinha das cadeiras. Você, leitor fiel, notará algumas mudanças.
Mas no fim da linha uma pequena coisa continua enorme: Somos um território livre! Lugar de pensamento, uma estrada do livre trânsito da comunicação! Sem esquecer de respeitar os limites de cada um. Fico muito feliz de conhecer esta terra e extasiada de fazer parte disso.
Bem vindos MondoLovers! E PARABÉNS MondoCubano pelos 4 anos de vida!
Apague seus vícios e aScenda suas idéias!
Couldnt re start posting before say: WE ARE BACK! Hip Hip Horray!
After tears, and fears, and brainstorms. Some blood of course… We slept for a little. But now: once again open our window to all those shine eyes. The positive side is that we improve our team, after some chair dancing. You, our costumer reader, will note some changes.
But at the end of the road one tiny thing keeps huge: We are a freeland! Place of thought, highway of free transit of communication! Without forgeting the importance of respect every single person bounds. I’m glad to know this land and amazed to be part of it.
Welcome back MondoLovers! CONGRATZ MondoCubano for the 4 years old!
Blow out your addictions and rise up your ideas.
Obs: Congratz and thanks Lupa for be’it! =*
Em 2008 lançou Oracular Spectacular, um álbum surpreendentemente hippie (e bom). Emplacou um hit indie. É acusados de dar força à modinha do hipster. E dia 13 de abril o MGMT irá lançar o esperadíssimo segundo álbum que caiu ontem na rede.
MGMT nos leva mais uma vez de volta aos anos 70. Dessa vez menos hippie, menos primitivo (?), muito mais lisérgico e etéreo, um pouco infantil (como a capa horrorosa denuncia), um pouco funk (talvez algumas memórias de Jackson 5), um pouco progressivo (muitas memórias de qualquer banda cabeçuda da época).
O álbum causa alguma estranheza, lógico, mas é essencialmente pop e repleto de referências e memórias (verdadeiras ou não). A sexta música, “Siberian Breaks”, por exemplo, é um épico de 12 minutos, passando por baladas setenta e oitentistas, lembrando The Mamas and the Papas em um trecho e até Roxette (!!) em outro. Interessante, interminável e gloriosa!
Antes disso, a bela e totalmente mgmtiana “Someone’s Missing” e a ótima abertura “It’s working”, além da conhecida “Flash Delerium”. “Song For Dan Treacy” consegue iniciar quase como uma música do Libertines (depois muda tudo…). E depois vem “Brian Eno”, mais uma ótima do disco, essencialmente indie. Tudo muito bem produzido.
A última é “Congratulations”, uma música surpreendentemente calma e pé no chão, distante de todo o disco.
No fim, o disco deixa mais perguntas que respostas. Que caminho tomou o MGMT? O que eles querem? Pra quê eles existem? Pra quê eu não sei, mas é bem legal que existam.
Ouve que é muito bom.







