No sopro da criação, fomos feitos todos iguais. Eu, você, seu vizinho, aquele cara estranho que você viu no semáforo. Tem sido assim e será assim, até o último dia de todos.

Chato? Claro que não. Somos feitos iguais, mas nos criamos tão diferentes. O meio nos molda. Nossos comportamentos, nossas crenças, nossas convicções. Quem sabe esteja nisso o grande barato da vida. Eu acredito nisso. É tão divertido olhar para você e ver que somos tão diferente. E a diversão explode em um climax quando dessa diferença toda, dois se encontram.

Ame a diferença. Created Equal.

(Des)iguais

(Des)iguais

(Des)iguais

(Des)iguais

(Des)iguais

Created Equal, é o trabalho do fotógrafo Mark Laita, que mostra justamente essa diferença. Caminhos, escolhas, enfim, todo esse universo de informação que nos rodeia e também norteia.

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A pergunta foi:

qual a função do apóstrofo? (Pra quem não se lembra, apóstrofo é aquele “risquinho” que serve pra suprimir vogais entre duas palavras…. Ex: caixa d’água)
E a resposta (imperdível) merece um troféu:

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http://www.youtube.com/watch?v=Y0XbNEZp4co&feature=player_embedded

Então, eu ganhei! E acho que pra 5.900 pessoas da Campus Party o saldo foi esse: um prêmio! Não desmerencendo os colegas blogueiros curitibanos do Sobcontrollers, adorei o prêmio e acho que eles fizeram a escolha certa, lançar seu blog de games na #Cparty com promos via twitter!

Tirando poucas ações relevantes e bem feitas, a #Cparty virou uma grande lan house de promoções bizarras. As empresas caem lá sem ter a menor noção de como agradar o grande público e fazem ações estúpidas. E sob o meu ponto de vista, muitas pessoas perderam a festa este ano.

Entendo que é uma grande arena para ações de marketing, e sinceramente até acho que se bem feitas elas também poderiam agregar valor à #Cparty. Mas o cerne do evento: a pesquisa, a troca de conhecimento, de experiência e o networking foi massacrado por adesivos, camisetas e panfletagem.

Alguém se lembrou das palestras? De conhecer gente? Eu vi de perto discussões como: Grande rede, pequenos produtores; revolução do sofá, cibercultura, redes digitais ou redes sociais?; Vi Kevin Mitnick e infelizmente tive que deixar por streaming algumas outras. Ainda sim, não foi uma participação 100%, confesso, fiquei desanimada.

O saldo? Uma #Cparty morna, meio sem vida… Um sentimento de ser um rato num grande laboratório publicitário… Saudade das discussões acaloradas… Ainda é uma experiência única, mas até quando?

Nota: Aos amigos do Sobcontrollers desejamos muita sorte no mundo dos blogs! =D
Nota2: Ninguém avisou que eu ainda estava de vestido + calça = pancinha + do que saliente! =/
Nota3: Voltamos aos games e afins às terças feiras. \o/ Até a #Cparty do ano que vem!

SufCirurgia plástica para quem só fala merda. A fila está enorme. Altos mandatários municipais, estaduais e federais encabeçam a lista. O da foto inaugurou a técnica.

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Uma Campus Party, um celular, pernas pra que te quero… Um painel! E um beijo pra quem encontrar o Wally.

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Porque parar em um lugar onde atrapalha os outros (quase em cima da faixa de pedestres) quando se tem uma rua inteira pra parar?
Será que dói? No carro desse aí dói né, deve passar o dia todo fazendo asneiras no trânsito e por isso sua “caminhoneta” está toda arrebentada.
Um pouquinho de bom senso mais um tantinho de cidadania com disposição pra andar 20 metros a mais não dói nada e faz bem pra todo mundo. Fica a dica.

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Então galera, é mais ou menos assim…

Pra que que serve a faixa de pedestres? Bem, acho que todos nós sabemos pra que serve mas não como ela é realmente usada.
Vou dizer aqui três utilidades da dita cuja e quem souber de mais alguma, mande por favor.

1 – Repelente de pedestres; (eles sempre atravessam a rua longe dela)
2 – Parada de carros; (sempre tem um parado em cima dela)
3 – Palco para artistas de rua. (na Av. Afonso Pena tem um monte, tá parecendo um circo a cidade)

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The boss emails me:
Olha que loucura!
lose/lose
Um game que cada alvo morto é um arquivo deletado!
HAHAHAHA

me: Astonished! O.O

Do que se trata?!

lose/lose, de Zach Gage, é “um jogo sobre escolha e consequência”! Cada alien do jogo é baseado em um arquivo randômico do computador do jogador. E a cada alien que o jogador extermina o arquivo base é deletado! Se a nave que representa o player for destruída o jogo é automaticamente deletado!

E por que diabos alguém pensaria nisso? Segue a expliação do autor:

“By way of exploring what it means to kill in a video-game, Lose/Lose broaches bigger questions. As technology grows, our understanding of it diminishes, yet, at the same time, it becomes increasingly important in our lives. At what point does our virtual data become as important to us as physical possessions? If we have reached that point already, what real objects do we value less than our data? What implications does trusting something so important to something we understand so poorly have?”

Dica: Para quem tiver tempo confira os outros trabalhos do artista!

(via @lupatini – AMEI!)

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Um oferecimento

Ministério da Cultura. Sustentando agora este blog.