Como se não bastasse ser chamada por “the most fantastic thing you ever saw”, pelo ex-presidente Eisenhower, esta coisa linda é também um fogão portátil, uma churrasqueira e uma grelha. Tudo junto, com rodinhas e com design!
Digno, do elogio de Eisenhower.
Final de semana para ser completo, tem que ter gostosuras. E que tal devorar guloseimas com design?
Foi com esse pensamento que Anne Higgins criou o Halloween Kit Deluxe. Um conjunto adorável e assustador de apliques para doces. Bolinhos, biscoitos, cupcakes, enfim, a lista é enorme e só depende da sua vontade e desejo por doces.
Com esses apliques, tenho certeza que as guloseimas ficam bem mais gostosas. Ou pelo menos, mais divertidas.
Sábado a noite, eu e dona patroa sentados em um barzinho.
- Garçon, duas heineken’s.
- Mais alguma coisa senhor?
- Por enquanto não, somente isso.
- Ah, traz um cinzeiro pra gente.
Uma conversa sobre política, economia, Lula, Fernando Henrique e coisas do tipo começa.
Logo combinamos, eu e dona patroa, que a briga que poderia vir, acabaria ali.
- Está com fome? Pergunto eu.
- Sim.
- Um caldo?
- Pode ser.
Enfim, escolhemos um caldo de batata com calabreza.
No tempo em que se passou entre o pedido e a chegada do caldo, fiquei pensando: Por que diabos esse povo de bar insiste em acompanhar um caldo com torradas?
Porra! O prato é um caldo! A torrada é muito seca!
Será que esse povo não conhece pão caseiro? Ou qualquer outro pão macio.
Corta um pão francês que está ótimo. Mas não me venha com essa torrada seca e sem graça.
Fim de féria. Tudo de volta ao normal.
Trampo e rotina são a parte chata, amigos e ócio em casa são a parte boa.
Passei praticamente metade de minhas férias, quinze dias, em São Paulo.
Fui para sair daqui, fugir um pouco.
Poderia até dizer que chegou a ser uma triste escolha, pois hoje quero voltar para Sampa e não posso.
Droga… porque fui deixar minha cabeça conhecer aquilo tudo.
Sanduba de mortadela, poeta.
Fran´s Café, me sinto freguês.
Fnac, think different.
Itaú Cultural, mutante.
Reserva, convidativo.
Paulista, lugar.
Vou sentir saudades. Alias, já estou sentindo.
Saudades de tudo que vi e de tudo que sei que ainda não vi, mas que ali habita.
Acho até que de alguns cheiros vou me lembrar. Cheiros ruins, como o de um taxista que tivemos a infelicidade, ou não, de pegar para nos levar para um shopping.
Até da merda que é ter que caminhar de olho na merda de cachorros deixadas no chão como minas pela total falta de noção da merda de seus donos.
Não importa, oito ou oitenta, para aquele lugar ainda volto.










