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Posts da categoria ‘game’

Jogo aqui, jogo acolá * especial Campus Party 2010

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O que era pra ser uma releitura inovadora do Super Trunfo, não passou de um #fail enorme! O Ultimate ID Championship, jogo da patrocinadora mor da Campus Party, foi um grande alarde e uma vergonha, suficiente para dar vergonha alheia.  O jogo teve bugs enormes, o sistema ficou fora do ar quase o dia inteiro, o bolinho que arrumava o sistema dava as piores desculpas do planeta…

E por fim, o jogo ficou sem graça. Porque quem teve saco para perder todo e qualquer evento da #CParty para ficar na fila do telão deu um pulo tão grande que os demais participantes não tiveram nunca mais a chance de ficar no páreo. Uma pena, porque a idéia foi pra lá de boa… A execução nem tanto.

Mas falando de coisa boa…  Na quarta-feira, começa o Desafio E3, um torneio virtual que propõe a solução de enigmas em menor tempo. A premição? Ir para Los Angeles para E3 deste ano! A E3 é o maior evento de jogos do mundo, uma experiência única (nota pessoal com plaquinha de eu já fui!). Siga e fique por dentro: @desafioe3caixa! Para os aficcionados por jogos, ou fãs e crias de Holmes, fica a dica!

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Escrito por: nuvemnoceu

janeiro 26th, 2010 as 5:22 pm

Categoria(s): game

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Ultimate ID Championship * Especial Campus Party 2010

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Você se lembra do Super Trunfo? Aquele baralho de temas como carros, aviões, caminhões e todas as temáticas do mundo… Onde cada um escolhia uma categoria pra duelar e Kawabanga! Ganhava quem rapelasse toda a turminha.

Na Campus Party começa amanhã o Ultimate ID Championship! Um campeonato onde cada pessoa é uma carta! Com seus próprios stats e de um deck específico. Não entendeu nada?

O #uidc é um jogo de cartas como o Super Trunfo, com o diferencial de que você é a carta e pode jogar no mundo real ou no virtual!

Funciona assim: 1) Você escolhe um time 2)cria uma carta com seu nome e distribui seus pontos em habilidades específicas 3)Desafia as outras pessoas.

Por isso, nós do MondocubanO, estamos no jogo! No time SUPR:COOLS, liderado pelo Ghar, camarada do Cerveja com ogros. Junte se a nossa horda e let’s fiiiiiight!

E para quem infelizmente não veio à #CParty fica  a dica: Super Trunfo on line

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Escrito por: nuvemnoceu

janeiro 25th, 2010 as 9:00 am

Coelhos safadinhos…

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Em Bunny: how we first met, de Andre Spierings & Daniel Cook, nada muito diferente acontece… Você é um coelho, numa ilha vazia e tem que gerenciar o novo mundo. O clichê: “Alguém que vai reconstruir o mundo quando acabar”.

Um gráfico pra agradar todos que gostam das coisas bonitinhas, redondinhas, afáveis e cuti-cutis! (não é bunda, minha gente!) Tem coelhos, raposas, fantasmas, piratas, rei, princesa, lojas e muito mais. Planta, colhe, ganha, se não fizer direito seu mundo volta a estaca zero. Não sei se dá pra perder de fato, eu não consegui.

Adoro o fato de que algumas coisas mudam de lugar conforme as suas escolhas. De ser bonito e ter uma jogabilidade 10. O jogo não acaba, é possível manter a ilha funcionando… E você ganha pontos se visitar os fóruns, re-logar e afins.

O inédito é: Você ao longo do jogo compra coisas pra conquistar a princesa, sua meta final é comprar a igreja pro casório. Mas ao mesmo tempo você tem uma amante, PIRATA!, que você enche de mimos e o gran finale é ela dancar pra você uma dança”sexybomb”.

A reles pretensão era indicar como jogo educativo porque reconstruir o mundo é super bacana (ainda mais quando é fofo!) Contudo, fica a dica: para adultos! Diversão garantida.

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Escrito por: nuvemnoceu

janeiro 19th, 2010 as 9:00 am

Game moda.

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Inspiradora a visita ao Boing Boing hoje. Editorial de moda game nerd mod on.

Leg invaders

Mario trico

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Escrito por: Rodrigo Lupatini

janeiro 14th, 2010 as 10:10 am

Categoria(s): game

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game and life values?!

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The boss emails me:
Olha que loucura!
lose/lose
Um game que cada alvo morto é um arquivo deletado!
HAHAHAHA

me: Astonished! O.O

Do que se trata?!

lose/lose, de Zach Gage, é “um jogo sobre escolha e consequência”! Cada alien do jogo é baseado em um arquivo randômico do computador do jogador. E a cada alien que o jogador extermina o arquivo base é deletado! Se a nave que representa o player for destruída o jogo é automaticamente deletado!

E por que diabos alguém pensaria nisso? Segue a expliação do autor:

“By way of exploring what it means to kill in a video-game, Lose/Lose broaches bigger questions. As technology grows, our understanding of it diminishes, yet, at the same time, it becomes increasingly important in our lives. At what point does our virtual data become as important to us as physical possessions? If we have reached that point already, what real objects do we value less than our data? What implications does trusting something so important to something we understand so poorly have?”

Dica: Para quem tiver tempo confira os outros trabalhos do artista!

(via @lupatini – AMEI!)

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Escrito por: nuvemnoceu

janeiro 12th, 2010 as 1:59 pm

Joystick Periodic.

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Por qual desses suas mãos já passaram?

Joystick - controles
(Clique para ampliar)

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Escrito por: Rodrigo Lupatini

janeiro 6th, 2010 as 11:00 am

Categoria(s): game

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Acompanhe se!

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Troca de ano significa reflexão: o que você foi, é e será… Passado mais um ano em que discutimos com ‘afinco’ o que fazemos do mundo e para o mesmo, seria preciso reiterar que pensamos nisso por nós? Egoístas? Claro, porque se o mundo acabar, bem acaba, né?

Infelizmente, as coisas não vão muito pra frente quanto a salvar o mundo porque o egoísmo é desmedido e ainda precisamos aprender a viver em sociedade já que não somos ilhas. The company of Myself de Eli Piilonen é um jogo sobre um cara-ilha! Que diz viver sozinho por não saber viver em sociedade. (mas nota se que gostaria…)

Vale ler o texto da intro e jogar até o fim! Diversão e reflexão. Sejamos menos ilhas =D

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Escrito por: nuvemnoceu

janeiro 5th, 2010 as 10:48 am

Categoria(s): game

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Cartucho de game.

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Muita gente fala do saudosismo do vinil. Que aquilo era legal, que tinha toda uma experiência de uso. Bom, não vou entrar nesse assunto do vinil, do CD ou do MP3. Eu tenho é saudades são dos cartuchos de games. Esses sim deixaram saudades em meu mundo.

Cartuchos de jogos

Lembro-me dos vários escambos que acontecia no intervalo e durante as aulas no colégio. Alguns desses, históricos para mim. Históricos no sentido de que entreguei muita coisa por alguns cartuchos. Era evidente que a minha, ou melhor, as minhas mercadorias eram muito superiores em valor, mas alguns cartuchos eu realmente pagaria, assim como paguei, qualquer preço para tê-los.

The Immortal, Adventure Island, Mickey Mouse – Castle of Illusion, Super Mario, Battletoads, Ninja Gaiden e mais uma infinidade de jogos que me fizeram enlouquecer na ânsia de ter os tão desejados cartuchos.

Isso sem contar nas tramóias que eram feitas nas locadoras. Colocar um circuito queimado dentro da caixa de um cartucho alugado, devolvendo assim para a locadora um jogo inválido e ficando com o bom em casa. Lembro que até existia um boato que a placa de circuito dos cartuchos do Sonic tinham uma identificação e que os donos de locadoras sabiam identificar tal marcação. Isso fez com que, por muitos meses nenhum moleque tivesse coragem de trocar as placas. Até o boato cair e logo a locadora receber mais uma carcaça com um circuito queimado.

E os adaptadores? E os cartuchos japoneses versus americano? Nossa, aquilo era uma loucura! Um experiência muito bacana de se viver. Por isso afirmo, o MP3 não me incomoda, até prefiro música em formato digital, mas game que é game, tem que ser em cartucho.

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Escrito por: Rodrigo Lupatini

dezembro 26th, 2009 as 1:00 pm

Categoria(s): game

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Eu podia estar matando?

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Diretamente da Agência do Senado para você gamer, pai, irmão, filho: Fabricar ou distribuir videogames ofensivos pode se tornar crime.

COMISSÕES / Educação 01/12/2009 – 15h59 Matéria retificada às 20h39

A Comissão de Educação (CE) aprovou projeto (170/06), de autoria do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), que torna crime fabricar, importar ou distribuir jogos de videogames ofensivos “aos costumes e às tradições dos povos, aos seus cultos, credos, religiões e símbolos”. O projeto altera a lei 7716/89, equiparando a divulgação de conteúdo discriminatório por meio dos videogames ao crime de preconceito previsto no artigo 20 da lei, com pena de um a três anos de reclusão.

“Alguns jogos têm passado de brincadeiras de mau gosto, sendo arsenal de propaganda e doutrinação contra determinadas culturas, não sendo possível confundir liberdade de expressão dos jogos com culto à anarquia, desrespeito à imagem e honra das pessoas e aos cultos com suas liturgias”, alerta o parecer do relator Valter Pereira (PMDB-MS).  O projeto segue para votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), em decisão terminativa.

games

Teriamos alguma chance de argumentar? Opinar? Votar? Voz do povo e tal? Não precisa de esforço algum para discutir a idiotice desse projeto. Questiono você, caro leitor, se as piadas não dessem ênfase as peculiaridades de cada um de nós, qual seria a graça delas? Não sou a favor do desrespeito…

Não me levem a mal, posso estar confundindo “liberdade de expressão com anarquia”, mas o Senado também pode estar chamando de lei e justiça uma opressão ditatorial “velada” sobre nós e o que consumimos, não?  Educar é sempre melhor do que coibir! (Mais justo e mais eficaz.)

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Escrito por: nuvemnoceu

dezembro 1st, 2009 as 4:13 pm

O príncipe martelo.

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Katamari

Katamari Damacy é um jogo para PlayStation2, desenvolvido pela Namco, cuja primeira aventura foi lançada em 2004 e virou uma febre entre gamers do mundo todo. Logo, chegou as outras plataformas além do PS2. Atualmente são cinco títulos: Katamari damacy, We love katamari, Katamari Damacy II, Beautiful katamari e Katamari forever, lançado em setembro de 2009.

O príncipe sempre tem a missão de reconstruir o reino de seu pai, o Rei dos Cosmos, usando um Katamari (que significa aglomerado). Uma bola mágica e muito adesiva que coleta os objetos esparramados até se transformar nas estrelas ou constelações do reino. Em algumas fases o jogador precisa fazer a bola com 15m, 25m, 45m para atingir um objetivo.

Pela primeira vez consegui pôr as minhas mãos num Katamari! E a primeira sensação que tive foi: Porque não estou num Wii? Já estão bolando uma versão pro Eye? Enfim, o jogo é animado demais pro meu reles PSP… A música é meio repetitiva, a jogabilidade em alguns momentos desagradável, mas nada supera o carisma de rolar seu Katamari por aí.

Mais sobre o game aqui.

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Escrito por: nuvemnoceu

novembro 17th, 2009 as 9:00 am

Categoria(s): game

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