Posts da categoria ‘game’
Guess who?!
Guess who is back? Back again? Não sou o Eminem, mas estou de volta outra vez. Como quem conta um conto sempre aumenta um ponto, não vou contar nada. Vamos ao que interessa, sempre: Jogos!
As pessoas quando falam em jogar já pensam em máquinas. Esqueceram dos tabuleiros e outros tipos de jogos disponíveis. Então, no #blogday quero resgatar um jogo esquecido: Quem você é?
Segue o tutorial (ao som de Jõao Penca e seus miquinhos adestrados):
Obs: Todos os cards que aparecem no vt foram usados pra jogar. E os erros de grafia não nos concernem.
Agradecimentos à @carolcecilio, @aha_bruh, @guhstavo.
Play with your friends!
Super Mario beatbox.
Jogo aqui, jogo acolá * especial Campus Party 2010
O que era pra ser uma releitura inovadora do Super Trunfo, não passou de um #fail enorme! O Ultimate ID Championship, jogo da patrocinadora mor da Campus Party, foi um grande alarde e uma vergonha, suficiente para dar vergonha alheia. O jogo teve bugs enormes, o sistema ficou fora do ar quase o dia inteiro, o bolinho que arrumava o sistema dava as piores desculpas do planeta…
E por fim, o jogo ficou sem graça. Porque quem teve saco para perder todo e qualquer evento da #CParty para ficar na fila do telão deu um pulo tão grande que os demais participantes não tiveram nunca mais a chance de ficar no páreo. Uma pena, porque a idéia foi pra lá de boa… A execução nem tanto.
Mas falando de coisa boa… Na quarta-feira, começa o Desafio E3, um torneio virtual que propõe a solução de enigmas em menor tempo. A premição? Ir para Los Angeles para E3 deste ano! A E3 é o maior evento de jogos do mundo, uma experiência única (nota pessoal com plaquinha de eu já fui!). Siga e fique por dentro: @desafioe3caixa! Para os aficcionados por jogos, ou fãs e crias de Holmes, fica a dica!
Ultimate ID Championship * Especial Campus Party 2010
Você se lembra do Super Trunfo? Aquele baralho de temas como carros, aviões, caminhões e todas as temáticas do mundo… Onde cada um escolhia uma categoria pra duelar e Kawabanga! Ganhava quem rapelasse toda a turminha.
Na Campus Party começa amanhã o Ultimate ID Championship! Um campeonato onde cada pessoa é uma carta! Com seus próprios stats e de um deck específico. Não entendeu nada?
O #uidc é um jogo de cartas como o Super Trunfo, com o diferencial de que você é a carta e pode jogar no mundo real ou no virtual!
Funciona assim: 1) Você escolhe um time 2)cria uma carta com seu nome e distribui seus pontos em habilidades específicas 3)Desafia as outras pessoas.
Por isso, nós do MondocubanO, estamos no jogo! No time SUPR:COOLS, liderado pelo Ghar, camarada do Cerveja com ogros. Junte se a nossa horda e let’s fiiiiiight!
E para quem infelizmente não veio à #CParty fica a dica: Super Trunfo on line
Coelhos safadinhos…
Em Bunny: how we first met, de Andre Spierings & Daniel Cook, nada muito diferente acontece… Você é um coelho, numa ilha vazia e tem que gerenciar o novo mundo. O clichê: “Alguém que vai reconstruir o mundo quando acabar”.
Um gráfico pra agradar todos que gostam das coisas bonitinhas, redondinhas, afáveis e cuti-cutis! (não é bunda, minha gente!) Tem coelhos, raposas, fantasmas, piratas, rei, princesa, lojas e muito mais. Planta, colhe, ganha, se não fizer direito seu mundo volta a estaca zero. Não sei se dá pra perder de fato, eu não consegui.
Adoro o fato de que algumas coisas mudam de lugar conforme as suas escolhas. De ser bonito e ter uma jogabilidade 10. O jogo não acaba, é possível manter a ilha funcionando… E você ganha pontos se visitar os fóruns, re-logar e afins.
O inédito é: Você ao longo do jogo compra coisas pra conquistar a princesa, sua meta final é comprar a igreja pro casório. Mas ao mesmo tempo você tem uma amante, PIRATA!, que você enche de mimos e o gran finale é ela dancar pra você uma dança”sexybomb”.
A reles pretensão era indicar como jogo educativo porque reconstruir o mundo é super bacana (ainda mais quando é fofo!) Contudo, fica a dica: para adultos! Diversão garantida.
Game moda.
game and life values?!
The boss emails me:
Olha que loucura!
lose/lose
Um game que cada alvo morto é um arquivo deletado!
HAHAHAHA
me: Astonished! O.O
Do que se trata?!
lose/lose, de Zach Gage, é “um jogo sobre escolha e consequência”! Cada alien do jogo é baseado em um arquivo randômico do computador do jogador. E a cada alien que o jogador extermina o arquivo base é deletado! Se a nave que representa o player for destruída o jogo é automaticamente deletado!
E por que diabos alguém pensaria nisso? Segue a expliação do autor:
“By way of exploring what it means to kill in a video-game, Lose/Lose broaches bigger questions. As technology grows, our understanding of it diminishes, yet, at the same time, it becomes increasingly important in our lives. At what point does our virtual data become as important to us as physical possessions? If we have reached that point already, what real objects do we value less than our data? What implications does trusting something so important to something we understand so poorly have?”
Dica: Para quem tiver tempo confira os outros trabalhos do artista!
(via @lupatini – AMEI!)
Joystick Periodic.
Acompanhe se!
Troca de ano significa reflexão: o que você foi, é e será… Passado mais um ano em que discutimos com ‘afinco’ o que fazemos do mundo e para o mesmo, seria preciso reiterar que pensamos nisso por nós? Egoístas? Claro, porque se o mundo acabar, bem acaba, né?
Infelizmente, as coisas não vão muito pra frente quanto a salvar o mundo porque o egoísmo é desmedido e ainda precisamos aprender a viver em sociedade já que não somos ilhas. The company of Myself de Eli Piilonen é um jogo sobre um cara-ilha! Que diz viver sozinho por não saber viver em sociedade. (mas nota se que gostaria…)
Vale ler o texto da intro e jogar até o fim! Diversão e reflexão. Sejamos menos ilhas =D
Cartucho de game.
Muita gente fala do saudosismo do vinil. Que aquilo era legal, que tinha toda uma experiência de uso. Bom, não vou entrar nesse assunto do vinil, do CD ou do MP3. Eu tenho é saudades são dos cartuchos de games. Esses sim deixaram saudades em meu mundo.

Lembro-me dos vários escambos que acontecia no intervalo e durante as aulas no colégio. Alguns desses, históricos para mim. Históricos no sentido de que entreguei muita coisa por alguns cartuchos. Era evidente que a minha, ou melhor, as minhas mercadorias eram muito superiores em valor, mas alguns cartuchos eu realmente pagaria, assim como paguei, qualquer preço para tê-los.
The Immortal, Adventure Island, Mickey Mouse – Castle of Illusion, Super Mario, Battletoads, Ninja Gaiden e mais uma infinidade de jogos que me fizeram enlouquecer na ânsia de ter os tão desejados cartuchos.
Isso sem contar nas tramóias que eram feitas nas locadoras. Colocar um circuito queimado dentro da caixa de um cartucho alugado, devolvendo assim para a locadora um jogo inválido e ficando com o bom em casa. Lembro que até existia um boato que a placa de circuito dos cartuchos do Sonic tinham uma identificação e que os donos de locadoras sabiam identificar tal marcação. Isso fez com que, por muitos meses nenhum moleque tivesse coragem de trocar as placas. Até o boato cair e logo a locadora receber mais uma carcaça com um circuito queimado.
E os adaptadores? E os cartuchos japoneses versus americano? Nossa, aquilo era uma loucura! Um experiência muito bacana de se viver. Por isso afirmo, o MP3 não me incomoda, até prefiro música em formato digital, mas game que é game, tem que ser em cartucho.

















