Em tempo: Greve!
Greeks freaks on sleek streets.
Se existe alguma coisa no mundo moderno em que vivemos que me enche de alegria, é o poder de mobilização que as pessoas conseguiram atingir.
Há os que defendam um mundo de pessoas frias, devido a falsa sensação de convivência, devido as redes sociais. Têm os que dizem que é justamente essa conquista da onipresença, adquirida pelas redes sociais, o que nos esquenta e nos liga.
Eu, prefiro pensar e agir de tal forma que consiga viver, ou melhor, surfar, as duas linhas, ou quantas mais existirem.
É lindo demais poder assistir manifestações aonde os estranhos se convergem, sem orientações, sem cartilhas, sem roteiros. Tudo vira um todo e de forma livre e espontânea. Pelo puro prazer de sentir prazer em estar ali, vivendo aquele flash.
Zorba!
Depois do jump, uma aula, direto do clássico Zorba, the Greek.
Viva a meia!
Dica para mulheres que sonham em acordar com um lindo cabelo cacheado.
Tudo que você vai precisar é de uma meia e uma noite de sono…
Não é incrível?
Frozen for Dogs
Para você que tem um cachorro que vive “secando” seu sorvete: você já pode mimá-lo com um especialmente feito para ele!
Ok, isso não é novidade, eu sei, massss esses tem sabores divertidos!!
A empresa de NYC The Frozen Forest garante produtos 100% naturais.
Antes que você pense que ele tritura gatos ou esquilos leia atentamente ao rótulo. Sã0 utilizados produtos que supostamente “lembrariam” o sabor.
Mas a sacada é boa, não?
Vi aqui.
Space Invaders Street Art
A primeira vez que vi foi em Paris e há alguns dias atrás avistei alguns perto de casa! Tive que saber do que se tratava.
O Space Invaders é um jogo de videogame de 1978 ( jogue! ) e, Invader, é o artista francês que revive esse jogo pelas ruas do mundo afora.
Street Art feita com azulejos, começou em Paris (onde já tem mais de mil!) e que a cada viagem, invade uma cidade. Recentemente invadiu São Paulo, por conta da participação do artista na exposição “De Dentro e de Fora” no MASP.
Um vídeo com o Invader em ação!
O artista Invader não revela o nome verdadeiro, mas deu entrevista à Folha de S. Paulo.
Claro que, como toda street art, vários já foram destruídos em São Paulo, mas encontrei esse link no Google Maps que indica 17 dos 50 lugares que tem invasores.
E aqui um mapa da “invasão” mas ainda sem o Brasil
Crédito da foto
Renova, a cor que faltava (ou não)
Está achando seu banheiro muito sem graça, precisando de uma corzinha?
Seus problemas acabaram!
Diga adeus ao seu papel higiênico branco coelho e Hello para a marca européia Renova que fabrica lenços, guardanapos, papel toalha e papel higiênico coloridos. Sim!
Há 6 opções de cores: verde, azul, vermelho, laranja, preto e rosa!
E, claro, produtos cools pedem ativações da marca um pouco diferentes: venda dos papéis coloridos em vending machines, pointsWC boutiques, exposições/displays em locais como o Museu do Louvre em Paris, aeroporto em Lisboa, shopping na Dinamarca… Só falta aqui!
Confesso que, pode ser cultural, mas acho papel higiênico colorido com cara de “pouco higiênico”. Agora, que é bonito, isso é! Queria o papel toalha para a cozinha!
Passeando pela web, vi aqui.
de fotografias mostrando os quartos infantis que foi enfim compilada em um livro, entitulado :Onde as crianças dormem.Cada par de fotografias é acompanhada por uma legenda estendida que conta a história da criança. As diferenças entre cada espaço do sono é impressionante.
Uma explicação sobre a crise grega
O título original é “The Greek Crisis Explained” e trata-se de uma forma que o estúdio de animação grego Normit encontrou para explicar às crianças sobre a Crise financeira pela qual a Grécia está passando.
No vídeo abaixo tem os 3 episódios (eu espero que logo saia mais um, com o final feliz para a Grécia e para o mundo)
Second Hand
O termo Second Hand significa “de segunda mão” quando aplicado a objetos usados mas também significa “ponteiro dos segundos”, do relógio. Inspirado nesses dois significados, Isaac King, criou este curta para pensarmos no que vale a pena: uma vida acompanhando o tic-tac do relógio com coisas novas ou um ritmo mais “lesmístico” aproveitando as coisas usadas e quem sabe, mais a vida.















