Um mundo melhor.
Esta é Sasha, uma criança de 7 anos. Seus pais a levaram na manifestação que está mobilizando Wall Street.
Sasha demonstrou um grande interesse pelos cartazes manufaturados, contendo palavras de ordens. Quando lhe foi dado um pedaço de papelão e tinta, a pequena questionou os pais sobre o que ela deveria escrever. A resposta dada por seus pais, foi que ela deveria escrever sobre o que a preocupava e o que poderia fazer do mundo um lugar melhor.
Eis que Sasha nos brinda com um belo e feroz cartaz, aonde se lê: “HOMES FOR THE HOMELESS”. (Casa para os sem-casa).
Sloan Churman, tem 29 anos e desde o primeiro dia de sua vida o mundo para ela era lindo, porém silencioso. Mas lindo. É notável a crença em algo superior na vida de Sloan. Em seus depoimentos, ela deixa isso muito claro.
“Minha vida toda fui elogiada por falar bem. Eu realmente não tenho uma resposta para você a não ser a de que eu sempre fui apaixonada por leitura, gramática e inglês. Minha perda auditiva era/é considerada de severa a profunda. Eu tenho trabalhado muito duro para conseguir interagir. A única coisa que eu posso dizer é que Deus é bom.”
Em um vídeo, postado por ela, no Youtube, somos presenteados com a chance do agradecimento, da apreciação e da celebração.
Agradeça, aprecie e celebre todos momentos de sua vida. Cada pedacinho dela, que lhe for colocado até você, vibre! Não entregue os pontos, não se sinta menos. Lute e ganhe!
Quem ganhou foi Sloan, mas quem souber entender a importância do momento vivido por ela, também ganhará, e este presente foi ela que nos deu.
Jesus Cristo; que manobras INCRÍVEIS.
50 manobras incríveis para fazer de bike e sem as mãos!
* post chupado na cara de pau do #ftdonato/blog.
Desenhando homens.
Você acreditaria se lhe disserem que seria possível desenhar, e não estou dizendo em termos literais, pessoas de bem com apenas triângulos, círculos, retas e um tanto outro bocado de formas simples?
Esta é a proposta de Ed Emberly, artista e ilustrador, que desde a década de 60, presenteia o mundo com traços simples e uma abordagem mais simples ainda. É aí que pulsa sua arte, a simplicidade.
Emberly, com apenas simples formas geométricas, é capaz de desenhar coisas, animais, mundos e o que mais existir e não existir. E a arte de Ed vai além, ela nos leva a esses mundos, coisas e seres.
O brilhantismo de Emberly permite até que sua arte seja aprendida. O próprio sempre defendeu que qualquer pessoa é capaz de aprender a desenhar e este ensinamento é o centro de suas maiores publicações, aonde o artista e ilustrador apresenta suas criações e demonstra o passo a passo desde a primeira forma geométrica até o resultado final.
Feliz deste mundo, se os adultos de amanhã, forem as crianças livres de expressar sua criatividade e imaginação. Permita que as crianças ao seu redor saboreiem essa maravilha.
Adoro essas carinhas!!!!
Uma viagem ao Japão de 15 dias, com tudo pago e com direito a 2 acompanhantes, mais 2500 dólares para gastar a vontade.
Essa vale a pena tentar!
Para ganhar a viagem é muito “simples”. Basta acertar as seguintes perguntas a respeito da foto abaixo:
1) quem está com sono
2) quem está quase dormindo
3) quem acordou agora
4) quais são os dois gêmeos
5) quem está com raiva
6) quem está alegre

Problemas Reais.*

Beber mais uma ou parar por hoje? Trair ou manter a fidelidade? Casar ou comprar uma bicicleta? Dúvidas tão amplas quanto banais assombram Vincent, o protagonista do inusitado e surreal Catherine. Tais adjetivos, aliás, dizem pouco sobre o jogo: com narrativa típica dos desenhos animados japoneses, temas adultos (sexo faz parte do pacote) e temperado por quebra-cabeças complexos, esta definitivamente não é uma experiência casual qualquer.
A intenção de Catherine é confrontar o jogador com questões de cunho moral e forçá-lo a lidar com as consequências de suas escolhas. Durante o dia, Vincent gasta tempo bebendo, jogando conversa fora e trocando mensagens de texto cínicas com a namorada (ou flertando com a nova e misteriosa amante – a tal Catherine que dá nome ao jogo). De noite, a ação é direcionada para o mundo dos pesadelos do rapaz, aonde a ação realmente acontece. Nesse ambiente onírico, o herói, abalado por crises de consciência, encarna uma ovelha (!) e precisa resolver puzzles para sobreviver a mortes sangrentas e dolorosas. O nível de dificuldade aumenta a graus extremos à medida que nos aprofundamos no inconsciente de Vincent – os desafios logo se tornam impossíveis, criando um pertubador contraste com os aparentemente simples dilemas experiemtnados à luz do dia. Dada a complexidade das discussões colocadas na bandeja, Catherine se revela o videogame ideal para homens e mulheres experimentarem juntos: além de desafiar e divertir, também ajuda o casal a pensar na vida a dois.
*texto, retirado na íntegra, da revista Rolling Stone, ed. 60.
“Na fila do supermercado o caixa diz à uma senhora idosa que ela deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não eram amigáveis ao meio ambiente. A senhora pediu desculpas e disse: “Não havia essa onda verde no meu tempo.”
O empregado respondeu: “Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente. ”
“Você está certo”, responde a velha senhora, nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente.
Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos ‘descartáveis’ e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou de ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?
Em tempo: Greve!
Greeks freaks on sleek streets.
Se existe alguma coisa no mundo moderno em que vivemos que me enche de alegria, é o poder de mobilização que as pessoas conseguiram atingir.
Há os que defendam um mundo de pessoas frias, devido a falsa sensação de convivência, devido as redes sociais. Têm os que dizem que é justamente essa conquista da onipresença, adquirida pelas redes sociais, o que nos esquenta e nos liga.
Eu, prefiro pensar e agir de tal forma que consiga viver, ou melhor, surfar, as duas linhas, ou quantas mais existirem.
É lindo demais poder assistir manifestações aonde os estranhos se convergem, sem orientações, sem cartilhas, sem roteiros. Tudo vira um todo e de forma livre e espontânea. Pelo puro prazer de sentir prazer em estar ali, vivendo aquele flash.
Zorba!
Depois do jump, uma aula, direto do clássico Zorba, the Greek.













