A bunda alterando a relatividade.
segunda-feira, junho 30th, 2008
Exemplo prático de como as coisas são relativas:
você acha que esse jovem precisa de televisão?
Ele já está assistindo a dele.
(in)Cultura e besteiras

Exemplo prático de como as coisas são relativas:
você acha que esse jovem precisa de televisão?
Ele já está assistindo a dele.

Ele era tão chinês, tão chinês, mas tão chinês, que era falsificado.
Não sabia nem piratear um DVD.
Dona patroa é uma pessoa que ama letras, vive disso e gosta de palavras novas. Este com certeza seria o melhor amigo da minha patroa. E eu nem poderia ter ciúmes desse melhor amigo.

Esta tira retrata bem o comportamento de muita gente.
- Vamos, vamos fazer algo.
- O mundo está precisando que façamos algo.
Mas é dobrar a esquina e cagam tudo aquilo que pregam.

(Clique na imagem para ver a tira completa)
Via: Wulffmorgenthaler

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Via: Wulffmorgenthaler
Tão de sacanagem comigo né?
Vou ter que comprar uma revista com uma capa dessa? Sempre vejo na seção de cartas da revista as pessoas reclamando sobre capas. Sempre achei besteira, mas essa ai é f%@# hein!
Achar que a Marisa Monte não é capa? Tudo bem.
Achar que os irmãos Cavalera não merecem ser capa, depois das melanças que fizeram? Tudo bem.
Mas colocar uma bandinha emo pelada? Ô pessoal da RS, vamos parar com essa palhaçada hein!

(Clique na imagem para ampliar)
Ela era super ingênua e pura. Ele ciumento ao extremo.
Ela, para provar que o amava, foi ao médico requerer um atestado de virgindade.
Ele ao receber a prova de amor acabou tudo. Ele era ciumento demais.
Todos os domingos eu tenho o mesmo pensamento, mas ontem foi diferente, resolvi agir. A seguir, segue uma carta que estou encaminhando para as igrejas que ao redor de minha casa existem. Ah sim, são elas: igreja São José e a I Igreja Batista. Tem uma outra, uma presbiteriana, mas não consegui o e-mail deles, nesta vou levar pessoalmente a carta impressa.
“Caros homens de Deus.
Gostaria, se possÃvel, que vocês incluÃssem nos próximos sermões, como é importante as pessoas sempre, eu digo, sempre que puderem serem corretas. Não somente no ato de ir a igreja. Isso é muito fácil, ainda mais para os fiéis da região próxima a minha casa, já que com uma rápida olhada é fácil ver um desfile de carros e roupas. Ir a Igreja e trazer consigo o olhar de comparação com o próximo, não é correto. Se for para fazer isso, fiquem em casa vendo TV que é melhor. Mas isso é uma outra conversa, o meu principal objetivo nesta carta está relacionado ao trânsito, de carro e de pedestres.
Homens de Deus, digam a seus fiéis, que o fato de estarem indo na missa, não os tira a culpa, nem os dá direito de pararem seus carros aonde bem entendem. Estar na missa e o carro estacionado na esquina, bem no local aonde a guia é rebaixada, para o acesso dos cadeirantes não os redime de irem para o inferno. Digam isso, afinal eles devem morrer de medo de ir para tal local. Pois tenho certeza que saber que estão fazendo coisa errada, isso eles sabem, afinal são pessoas inteligentes e pensantes. Mas quem sabe usando a expressão “ir para o inferno” não os assustem e os façam parar de cometer tal erro.
Estar na missa e estacionar o carro em frente de garagens, também é errado. Do que adianta um ato tão bonito como o de ir na casa do Senhor e lá fora impedir que um cadeirante exerça o direito de ir e vir? Do que adiante estar pertinho de Deus e lá fora o carro estar impedindo uma famÃlia de guardar seu carro dentro da garagem pois um outro carro, este de um fiel, está impedindo o acesso?
Ir a igreja, não os exime de cometerem erros. Pois senão, daqui um pouco, vai aparecer algum bandido mais esperto e vai dizer: - Não me prenda, pois eu vou a igreja.
Oras, ir só a igreja não basta! Precisamos carregar a igreja em nossos corações e em nossas mentes.”
Dia desses, estava eu lá na cadeira. Bem desconfortável por sinal, mas estava lá. Esperando pacientemente por um tal Sr. Fiquei ali pensando em uma monte de coisas, entre elas uma pequena e inusitada historinha.
Imagine uma grande empresa. Não, essa da sua cidade não. Imagine uma maior. Não, essa rede de supermercado nacional também não. Uma maior ainda.
Vou ajudar hein, imagine a Google, cacilda. Pensou? Pois bem.
Eis aqui minha imaginária entrevista de emprego.
- Sr. Francisco, pode entrar, o nosso Presidente Pedro Peres o aguarda para a entrevista.
- Olá.
- Olá. Sr. Francisco. Pode se sentar. Aceita uma água… um café?
Nisso, Francisco, já toma o primeiro susto, ao perceber que o Sr. Pedro Peres é na verdade uma mulher.
- Não. Agradeço.
Diz ele com a voz engasgada, ainda surpreso pelo susto inicial.
- Bem Sr. Francisco, estamos a procura de um profissional e o Sr. encaixa perfeitamente no perfil esperado.
- Ah, que bom. Fico feliz em saber.
Nesta hora rola aquelas perguntas e testes inexplicáveis. Lá pelas tantas, nos finalmente da conversa vem o xeque-mate.
- Muito bem Francisco. Para concluirmos nossa conversa vem um pequeno mas fundamental detalhe. O Sr. percebeu que sou uma mulher e que o mundo todo acredita que sou um homem. Ninguém lá fora imagina que sou uma mulher. Então, este será nosso segredinho. Assim que o Sr. aceitar nossa proposta, um microchip será implantado em seu cérebro. Este microchip, tem como função nos avisar caso o senhor tente contar este segredo para alguém. Ao menor sinal de intenção em revelar este segredo, o chip enviará um comando e nós iremos transformá-lo inexplicavelmente em um frango de granja.

Seria este um ex-funcionário?